A colegial Casey Benson (Caitlin Thompson) se vê seduzida pelo fácil estilo de vida como garota de programa controlado por um policial e deve cair fora antes que ela perca todo o seu autocontrole.
Telefilme que não faz a menor questão de esconder o orçamento baixo, e isso aparece em tudo: fotografia simples, direção meio engessada e uma sensação constante de “produção de TV mesmo”. As atuações seguem essa linha: medianas, às vezes até meio mecânicas, mas nada que chegue a irritar de verdade. É aquele tipo de filme que você sabe exatamente o que vai receber, e ele entrega… dentro do possível.
Mesmo com essa cara mais barata, o filme se sustenta pelo tema. Pode parecer mais uma história “já vista” sobre adolescentes se envolvendo com prostituição, mas ainda assim é um assunto que prende, principalmente quando tenta mostrar o lado psicológico e a sedução por trás disso. Não é profundo, nem se arrisca muito, mas levanta questões que continuam atuais tipo a busca por validação, dinheiro fácil e status dentro do ambiente escolar.
A história acompanha Casey Benson, uma colegial que quer desesperadamente ser mais popular. Nesse processo, ela e as amigas acabam entrando em um esquema de prostituição, sendo gradualmente puxadas por esse universo com a promessa de dinheiro rápido e uma vida mais “glamourosa”. O detalhe mais incômodo, e que poderia ter sido mais explorado, é o fato de tudo ser controlado por um policial do campus, o que adiciona uma camada de abuso de poder que o filme só toca de leve.
Nenhuma das personagens me prendeu na história de verdade, mas também não coloco toda a culpa nelas, o roteiro não ajuda muito. Falta profundidade, falta tempo para desenvolver melhor as motivações, então tudo acaba parecendo meio raso. Ainda assim, dá pra entender a trajetória e o porquê das escolhas, mesmo que não exista um grande apego emocional.
No fim, é um telefilme que cumpre seu papel: informa, expõe e dá um panorama básico sobre a prostituição envolvendo jovens, sem romantizar demais, mas também sem se aprofundar o suficiente pra realmente impactar. Não é memorável, mas também não é descartável. É aquele tipo de filme que você assiste, pensa “ok”, e segue a vida, mas com um leve incômodo que até vale a experiência.
Telefilme que não disfarça sua produção barata nem nas curvas, atuações medíocres porém nada que irrite, até que cumpre seu papel devido as circunstâncias com um tema que por mais batido que possa estar (não creio) é sempre interessante conhecer outras perspectivas. Nenhuma das meninas me cativou mas não culpo ninguém, inclusive a mim. PS: Patricia Belcher (a vidente de "Olhos Famintos") tem uma pequena participação.
Muito bom, é diferente e me impressionou um pouco quando li a sinopse do filme não esperava que fosse grande coisa. Mas me surpreendeu bastante, indicadíssimo. Só não gostei da dublagem.
Tirando o formato de filmes feitos para a TV, que me incomoda um pouco, e parte do elenco que é muuuuito fraco… esse filme se superou. Vale a pena. Esse sim… viraria um puta filme se caísse nas mãos de um bom diretor e tivesse uma produção grande.
Telefilme que não faz a menor questão de esconder o orçamento baixo, e isso aparece em tudo: fotografia simples, direção meio engessada e uma sensação constante de “produção de TV mesmo”. As atuações seguem essa linha: medianas, às vezes até meio mecânicas, mas nada que chegue a irritar de verdade. É aquele tipo de filme que você sabe exatamente o que vai receber, e ele entrega… dentro do possível.
Mesmo com essa cara mais barata, o filme se sustenta pelo tema. Pode parecer mais uma história “já vista” sobre adolescentes se envolvendo com prostituição, mas ainda assim é um assunto que prende, principalmente quando tenta mostrar o lado psicológico e a sedução por trás disso. Não é profundo, nem se arrisca muito, mas levanta questões que continuam atuais tipo a busca por validação, dinheiro fácil e status dentro do ambiente escolar.
A história acompanha Casey Benson, uma colegial que quer desesperadamente ser mais popular. Nesse processo, ela e as amigas acabam entrando em um esquema de prostituição, sendo gradualmente puxadas por esse universo com a promessa de dinheiro rápido e uma vida mais “glamourosa”. O detalhe mais incômodo, e que poderia ter sido mais explorado, é o fato de tudo ser controlado por um policial do campus, o que adiciona uma camada de abuso de poder que o filme só toca de leve.
Nenhuma das personagens me prendeu na história de verdade, mas também não coloco toda a culpa nelas, o roteiro não ajuda muito. Falta profundidade, falta tempo para desenvolver melhor as motivações, então tudo acaba parecendo meio raso. Ainda assim, dá pra entender a trajetória e o porquê das escolhas, mesmo que não exista um grande apego emocional.
No fim, é um telefilme que cumpre seu papel: informa, expõe e dá um panorama básico sobre a prostituição envolvendo jovens, sem romantizar demais, mas também sem se aprofundar o suficiente pra realmente impactar. Não é memorável, mas também não é descartável. É aquele tipo de filme que você assiste, pensa “ok”, e segue a vida, mas com um leve incômodo que até vale a experiência.
Telefilme que não disfarça sua produção barata nem nas curvas, atuações medíocres porém nada que irrite, até que cumpre seu papel devido as circunstâncias com um tema que por mais batido que possa estar (não creio) é sempre interessante conhecer outras perspectivas. Nenhuma das meninas me cativou mas não culpo ninguém, inclusive a mim. PS: Patricia Belcher (a vidente de "Olhos Famintos") tem uma pequena participação.
Historia legal,dublagem até que combinou no inicio mas no final...que voz era aquela na discussão,ops..Por isso que amo filme legendado,.
Muito bom, é diferente e me impressionou um pouco quando li a sinopse do filme não esperava que fosse grande coisa. Mas me surpreendeu bastante, indicadíssimo. Só não gostei da dublagem.
Tirando o formato de filmes feitos para a TV, que me incomoda um pouco, e parte do elenco que é muuuuito fraco… esse filme se superou. Vale a pena. Esse sim… viraria um puta filme se caísse nas mãos de um bom diretor e tivesse uma produção grande.