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Duração
Como o Moisés bíblico, Candinho foi encontrado nas águas, só que nas águas sujas de um riacho. Ao seu lado estava um jumentinho, chamado Policarpo. Candinho e o jumento crescem juntos, mas, um dia Candinho, um pouco mais inteligente que Policarpo, convenceu-se de que a vida era muito dura: por qualquer coisa errada, era espancado pelo seu benfeitor, o proprietário da fazenda, e decide fugir para São Paulo. A grande Babel assusta os dois caipiras. Candinho conhece Filoca, uma taxi-girl por quem se apaixona. Qualquer semelhança, mesmo que vaga, com o Cândido de Voltaire é claramente intencional.
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Candinho é uma verdadeira relíquia. Sendo um dos primeiros filmes clássicos de Mazzaropi que assisti, guardo uma lembrança muito especial de acompanhá-lo pela Tv Cultura, no extinto e saudoso programa Cine Brasil.
O filme é extremamente divertido, leve e carrega aquela pureza ingênua que consagrou o ator. Rever ou lembrar dessa obra traz um sentimento profundamente nostálgico de uma época de ouro da nossa comédia caipira. Recomendo demais para quem quer conhecer as raízes do humor de Mazzaropi!
Seria bom que os festivais Mazzaropi voltassem.
É um trabalho de direção a frende de sua época, o que mais peca nos filmes com o Mazzaropi são os roteiros muito mal feitos que tentam explorar muita coisa ao mesmo tempo. Nota 3,0
- um dos primeiros filmes do mazzaropi, como sempre com um personagem característico que conquista o povo
- sujeito simples, honesto, atrapalhado e de bom coração
- adorei que demoram 20 anos pra descobrir o óbvio, que o cesto veio de um lugar rio acima
Sem dúvidamente