Não bastasse a namorada destruir os bonecos do ventríloquo Jerry Morgan (Kaye), ele entra numa enrascada quando leva seu material de trabalho para o conserto. O fabricante é um espião que esconde planos de aeronave dentro dos bonecos.
Comédia da Paramount Pictures indicada ao Oscar de melhor roteiro original. O filme foi escrito, dirigido e produzido por Melvin Frank (1913-1988) e Norman Panama (1914-2003), com canções da esposa de Danny Kaye, Sylvia Fine (1913-1991). História de façanhas de ventríloquo americano na Europa em busca de tratamento psiquiátrico que se envolve com gangues rivais de espiões.
Embora ambientado em Londres, o filme foi feito principalmente em sets de estúdios de Hollywood. No entanto, uma segunda unidade foi enviada a Londres para filmar fundos e, nessas cenas, um dublê foi usado para Danny Kaye (1911-1987), principalmente filmado por trás ou à distância. O dublê era, na verdade, um conhecido ator e comediante britânico, Jon Pertwee (1919-1996). Isso pode explicar o fato de um personagem chamado "Sir Pertwee" aparecer no filme subsequente de Kaye, O bobo da Corte (55), também feito pela equipe de Melvin Frank e Norman Panama. Filme final de Winifred Harris (1880-1972).
Comédia com humor ingênuo e pastelão, misturando musical e espionagem policial. Bom apenas para os fãs de Danny Kaye e aqueles que desejam ver a sueca Mai Zetterling (1925-1994) como atriz antes de ela assumir a direção e o roteiro. O personagem de Jerry Morgan se enreda hilariante com espiões, a Scotland Yard, tenores irlandeses, uma trupe de balé russa e uma psiquiatra bem formada, Dra. Ilse Nordstrom, em várias capitais européias.
Comédia da Paramount Pictures indicada ao Oscar de melhor roteiro original. O filme foi escrito, dirigido e produzido por Melvin Frank (1913-1988) e Norman Panama (1914-2003), com canções da esposa de Danny Kaye, Sylvia Fine (1913-1991). História de façanhas de ventríloquo americano na Europa em busca de tratamento psiquiátrico que se envolve com gangues rivais de espiões.
Embora ambientado em Londres, o filme foi feito principalmente em sets de estúdios de Hollywood. No entanto, uma segunda unidade foi enviada a Londres para filmar fundos e, nessas cenas, um dublê foi usado para Danny Kaye (1911-1987), principalmente filmado por trás ou à distância. O dublê era, na verdade, um conhecido ator e comediante britânico, Jon Pertwee (1919-1996). Isso pode explicar o fato de um personagem chamado "Sir Pertwee" aparecer no filme subsequente de Kaye, O bobo da Corte (55), também feito pela equipe de Melvin Frank e Norman Panama. Filme final de Winifred Harris (1880-1972).
Comédia com humor ingênuo e pastelão, misturando musical e espionagem policial. Bom apenas para os fãs de Danny Kaye e aqueles que desejam ver a sueca Mai Zetterling (1925-1994) como atriz antes de ela assumir a direção e o roteiro. O personagem de Jerry Morgan se enreda hilariante com espiões, a Scotland Yard, tenores irlandeses, uma trupe de balé russa e uma psiquiatra bem formada, Dra. Ilse Nordstrom, em várias capitais européias.
Suspense, assassinato, espionagem... Sim, é uma comédia musical.