- acho que foi esse filme aqui que começou com a maldição do sean bean de perecer em todas as obras hein - tilda swinton roubando a cena sempre que aparece, adorei a transformação da sua personagem - esse aqui literalmente pode falar que várias cenas parecem um quadro, ficou bem bonito mesmo eles colocando os atores para posarem e encenarem várias obras do pintor - não entendo de pintura, mas alguns quadros pareciam bem diferentes do originais que fui dar uma olhada.. - mas tá ok, as inconsistências históricas dão todo um charme ao filme
Eu estava achando a história muito confusa e tive que pausar o filme pra pesquisar a biografia de Caravaggio. Com relação à biografia, achei peculiar esse jeito de contar a história, quase teatral. O destaque mesmo é em relação a fotografia, já que o filme parece uma pintura viva de Caravaggio - além das cores, jogo de luz e sombra, muitos enquadramentos remetiam às obras originais.
Infelizmente, achei uma chatice! Muito bonita a estética barroca e a semiótica da pintura transcrita em movimento, mas o filme é muito confuso e arrastado; nem a versão twink saborosa do Caravaggio consegue deixá-lo interessante. A linguagem, embora interessante, singular e vanguardista, não consegue fazer do filme algo tão memorável e icônico quanto o maravilhoso Sebastiane (1976).
Não sou muito fã desse estilo de cinema mais teatral, mas aqui até que não ficou exagerado e não me incomodou tanto. Um elenco de peso.
- acho que foi esse filme aqui que começou com a maldição do sean bean de perecer em todas as obras hein
- tilda swinton roubando a cena sempre que aparece, adorei a transformação da sua personagem
- esse aqui literalmente pode falar que várias cenas parecem um quadro, ficou bem bonito mesmo eles colocando os atores para posarem e encenarem várias obras do pintor
- não entendo de pintura, mas alguns quadros pareciam bem diferentes do originais que fui dar uma olhada..
- mas tá ok, as inconsistências históricas dão todo um charme ao filme
Eu estava achando a história muito confusa e tive que pausar o filme pra pesquisar a biografia de Caravaggio. Com relação à biografia, achei peculiar esse jeito de contar a história, quase teatral.
O destaque mesmo é em relação a fotografia, já que o filme parece uma pintura viva de Caravaggio - além das cores, jogo de luz e sombra, muitos enquadramentos remetiam às obras originais.
Infelizmente, achei uma chatice! Muito bonita a estética barroca e a semiótica da pintura transcrita em movimento, mas o filme é muito confuso e arrastado; nem a versão twink saborosa do Caravaggio consegue deixá-lo interessante. A linguagem, embora interessante, singular e vanguardista, não consegue fazer do filme algo tão memorável e icônico quanto o maravilhoso Sebastiane (1976).
Ótima direção de arte, com uma cinematografia bela e roteiro confuso.