Modelo casada com poderoso milionário envolve-se com atraente e misterioso fotógrafo. Enredada nas teias do desejo, ela deve fazer uma escolha antes que seja tarde demais.
Um pseudo suspense erótico que nem funciona como suspense e, nem tampouco, quanto fita erótica, uma vez que, as atuações de todo elenco não convence, mesmo sendo, numa produção chinfrim.
Eu gosto dos thrillers eróticos do Gregory Dark, que costumam ser cheios de tesão, mas esse aqui não é dos melhores. Também foi o primeiro trabalho dele no gênero, já que Dark até então era famoso pelos seus pornôs hardcore. Ele dirigiu Crimes do Desejo em 1991 sob a alcunha de Alexander Hippolyte, que ele passou a usar em seus trabalhos subsequentes fora do ramo pornográfico.
A primeira metade do filme é melosa demais. Já na segunda metade a trama fica mais interessante, mas o erotismo vai embora. Destaque para a beleza da protagonista Elise (Linda Carol) e para as pontas do Machete como o bilheteiro do cinema pornô e da Julie Strain transando no banheiro de um restaurante japonês.
Um pseudo suspense erótico que nem funciona como suspense e, nem tampouco, quanto fita erótica, uma vez que, as atuações de todo elenco não convence, mesmo sendo, numa produção chinfrim.
Eu gosto dos thrillers eróticos do Gregory Dark, que costumam ser cheios de tesão, mas esse aqui não é dos melhores. Também foi o primeiro trabalho dele no gênero, já que Dark até então era famoso pelos seus pornôs hardcore. Ele dirigiu Crimes do Desejo em 1991 sob a alcunha de Alexander Hippolyte, que ele passou a usar em seus trabalhos subsequentes fora do ramo pornográfico.
A primeira metade do filme é melosa demais. Já na segunda metade a trama fica mais interessante, mas o erotismo vai embora. Destaque para a beleza da protagonista Elise (Linda Carol) e para as pontas do Machete como o bilheteiro do cinema pornô e da Julie Strain transando no banheiro de um restaurante japonês.