Cash McCall (James Garner) é um jovem e habilidoso homem de negócios, que compra empresas falidas e as revende. Grant Austen's Plastics é ainda mais do que um prêmio de dinheiro, mas também uma oportunidade de conquistar a bela filha de Austen, Lory (Natalie Wood) e esse será o negócio mais difícil de toda a sua vida.
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Os primeiros dez minutos é chato com aqueles homens executivos discutindo negócios. Daí, Natalie Wood aparece linda como uma pintora trazendo uma leveza ao filme escondendo um amor por um homem de negócios. Em contrapartida, este homem é James Garner empresário e ambicioso gosta de ganhar muito dinheiro. Seria pouco provável existir amor com personalidades tão diferente, mas eles se amam! E claro, a família da moça quer jogar ela nos braços deste homem para ter uma "vida segura", embora o roteiro não explode muito esta intensão. Contudo, AMOR DE MILIONÁRIO, é um filme problemático, não consegue ser comédia (e engraçado) e é vendido como romance que não é tão bem desenvolvido. Inclusive, tem cenas que beiram só constrangimento como o 'dispense' do personagem de James Garner por uma empregada apaixonada por ele. Soou deveras humilhante e constrangedor a forma machista e autoritária (fiquei com dó da empregada) e convenhamos que o personagem de James Garner é nojoso (homem de negócio que quer uma mulher como prêmio para ser seu homem a vida toda, austero, arrogante, nenhum mulher hoje aceitaria um homem deste, embora eu aceitar o contexto machista de época). É um filme passatempo que está longe de ser um grande romance e que nos cativa pela presença da bela Natalie Wood.
Drama romântico em Technicolor da Warner Bros., cujo roteiro do filme, de Lenore J. Coffee e Marion Hargrove, foi baseado no romance homônimo de Cameron Hawley (1905-1969). O ano correto do filme é 1959 e não 1960 como foi cadastrado.
Último filme de James Garner (1928-2014) sob seu contrato com a Warner Brothers. Depois que uma greve dos roteiristas interrompeu todas as produções da Warner Brothers, embora Garner tivesse um contrato de "interpretar ou pagar", a produtora recusou-se a pagá-lo. Garner processou o estúdio por quebra de contrato e ganhou. Garner escreveu em suas memórias que sentiu que "não era muito um filme, mas eu gostei de Natalie".
É complicado as vezes de entender como certos atores do quilate de Garner e Natalie Wood (1938-1981) tenham embarcado num filme tão tedioso e desinteressante como esse. Sei que todos os astros de Hollywood nem sempre escolhiam seus papéis do jeito que queriam (as vezes até pra não ficar um tempo parados), mas bem que poderiam ter evitado participar de um filme com um roteiro tão limitado e confuso como esse.
Poderia ter sido melhor 😞