Em 1956, Fidel Castro e de uma faixa de terra de 82 rebeldes na costa de Cuba e começam a travar uma guerra de guerrilha contra as forças do presidente Batista. Incluído entre os rebeldes é Ernesto "Che" Guevara, um jovem médico argentino que, apesar de os ataques de asma periódica, logo prova o seu valor como um guerrilheiro. Como voluntários adicionais se juntar ao exército pequeno, Che assume a liderança de uma patrulha, que delega a supervisão médica a enfermeira Anita Marquez, e prova-se ser essa uma brilhante estrategista na luta contra a selva, bem como um disciplinador severo, que Fidel Castro faz dele o seu chefe conselheiro. Quando a guerrilha, após dois anos de luta, finalmente derrotar as tropas de Batista ea marcha triunfante em Havana, Che dirige as represálias maciças, explicando a Castro que está impedindo que um maior banho de sangue, tomando vingança das mãos do povo. Pouco tempo depois, Che torna-se entediado com a direção dos assuntos de Estado e de sonhos a partir de uma outra revolução que abrange toda a América Latina. Em 1962, quando Castro costas para baixo durante a crise dos mísseis da Rússia e os EUA, Che acusa o ditador de ser um fantoche da União Soviética, e três anos depois, apesar de alegações Castro, Che deixa Cuba. Viajando incógnito na Bolívia, Che une forças com outro revolucionário, Tania, e inicia uma nova campanha de guerrilha. Mas o movimento não para ganhar o apoio popular dos camponeses, famintos e tropas de Che são forçados a roubar comida das mesmas pessoas que estão tentando libertar. Eles acabam sendo capturados em uma emboscada por uma patrulha do exército boliviano; Tania é morto, Che foi ferido e capturado, e da revolução cai na derrota.Che é levado para uma escola da aldeia, e há um oficial do exército confronta com um velho camponês que diz que todas as pessoas realmente querem é ser deixados em paz. Então, sem um julgamento, Che é morto a tiros em 9 de outubro de 1967. No dia seguinte, seu corpo é mostrado para a imprensa, juntamente com relatos de que Che Guevara foi morto em uma batalha entre os guerrilheiros eo Exército rangers bolivianos.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Não sou fã de Guevara nem de Fidel mas não dá pra negar que eles foram caracterizados de forma totalmente caricatural nesse filme. Em nenhum momento fica claro porque eles queriam tomar o poder em Cuba. Há também inúmeros equívocos históricos e narrativos: primeiro o roteiro não contextualiza a ditadura corrupta de Fulgêncio Batista. Tudo que vemos são algumas mulheres sendo espancadas em um protesto.
Depois da tomada de poder por Castro não vemos nenhuma mudança na ilha, somente os paredões de fuzilamento. Apenas um personagem que fala que "aprendeu a ler com Che Guevara".
O Che encarnado por Omar Sharif é um homem inconstante: em uma cena ele incentiva Fidel a se assumir como comunista (e assim receber misseis nucleares dos russos) e pouco depois reclama de que Cuba saiu do imperialismo ianque para cair no imperialismo soviético. Não é a toa que Sharif se arrependeu desse trabalho alguns anos depois. Segundo ele o filme foi feito para agradar os refugiados cubanos em Miami.
EXCELENTE FILME RETRATANDO A HISTORIA DA LIBERTAÇÃO DA ILHA DE CUBA DO DOMINIO AMERICANO .
Foi mais imparcial do que alguns que já assisti sobre o tema, mas ainda assim transformou completamente não só a figura de Che, como a de Fidel e partes da história que nunca foram daquele jeito. Fora que ver Che Guevara falando inglês beira o ridículo. Só vale pelo sempre ótimo e carismático Omar Sharif no papel.
Pode ser que o filme não seja lá essas coisas, mas é inegável que o Omar no papel de Che tá maravilhosoooo, incrível, como sempre! Isso já valeu o filme inteiro!!
A tentativa de imparcialidade dos diretores ao atribuir o prosseguimento da história a um diálogo de opiniões opostas vindas de personagens estereotipados falha do meio pro final, onde fica claro a superficialidade dos personagens e opiniões pró-Guevara, que acaba sendo confeccionado como um monge sanguinário e platônico. A língua ser em inglês é algo que incomoda e ironiza do começo ao fim. Enfim, uma perspectiva americanizada, mas bem disfarçada, sobre o assunto.