Em Paris a americana Regina Lambert (Audrey Hepburn), que recentemente ficou viúva, tenta entender que tipo de vida o marido levava e onde podem estar escondidos os US$ 250 mil que muitos acreditam estar com ela.
daqueles pra chamar de filme conforto, o estilo quebra um pouco a ansiedade de saber aquele "quem é o assassino?", pra desviar o olhar pra construção da relação entre os personagens da audrey e do cary grant em meio ao turbilhão de reviravoltas e as infinitas personas de um homem. muito massa!
Charade de 1963, no Brasil Charada. É um bom filme, com uma trama interessante e alguns bons plot twists, em especial o último, que fecha a história de forma bem satisfatória.
Tem um bom elenco. Não só os principais, como Cary Grant e Audrey Hepburn, que estão muito bem e com uma química ótima, mas também os coadjuvantes. Walter Matthau aparece pouco, mas é peça-chave no final do filme e entrega o segundo melhor
plot twist, só perdendo para o personagem de Cary Grant. Esse, aliás, tem uns quatro nomes diferentes ao longo da história e no final se revela como Cruikshank, o que acaba sendo uma das melhores reviravoltas do filme.
George Kennedy e James Coburn também são outros bons atores que ajudam bastante na coadjuvância e dão peso às cenas em que aparecem.
Acho que poderia ter sido mais curto. Às vezes dá uma caída na mesmice nessa procura pelo dinheiro, e o ritmo fica um pouco mais arrastado em algumas partes. Mesmo assim, continua sendo um bom filme e conta com excelentes nomes envolvidos, o que ajuda a sustentar o interesse até o final.
No geral, um clássico divertido e elegante, com boa química no elenco principal, reviravoltas bem colocadas e aquele charme típico dos filmes da época.
Filme inventivo e interessante, que acerta não somente no suspense mas também no humor, tem momentos marcantes, e a dupla de protagonistas tem ótima interação e presença na tela.
daqueles pra chamar de filme conforto, o estilo quebra um pouco a ansiedade de saber aquele "quem é o assassino?", pra desviar o olhar pra construção da relação entre os personagens da audrey e do cary grant em meio ao turbilhão de reviravoltas e as infinitas personas de um homem. muito massa!
Charade de 1963, no Brasil Charada. É um bom filme, com uma trama interessante e alguns bons plot twists, em especial o último, que fecha a história de forma bem satisfatória.
Tem um bom elenco. Não só os principais, como Cary Grant e Audrey Hepburn, que estão muito bem e com uma química ótima, mas também os coadjuvantes. Walter Matthau aparece pouco, mas é peça-chave no final do filme e entrega o segundo melhor
plot twist, só perdendo para o personagem de Cary Grant. Esse, aliás, tem uns quatro nomes diferentes ao longo da história e no final se revela como Cruikshank, o que acaba sendo uma das melhores reviravoltas do filme.
Acho que poderia ter sido mais curto. Às vezes dá uma caída na mesmice nessa procura pelo dinheiro, e o ritmo fica um pouco mais arrastado em algumas partes. Mesmo assim, continua sendo um bom filme e conta com excelentes nomes envolvidos, o que ajuda a sustentar o interesse até o final.
No geral, um clássico divertido e elegante, com boa química no elenco principal, reviravoltas bem colocadas e aquele charme típico dos filmes da época.
Assistido em 16/08/2026
Filme inventivo e interessante, que acerta não somente no suspense mas também no humor, tem momentos marcantes, e a dupla de protagonistas tem ótima interação e presença na tela.
O filme mais Hitchcockiano de todos os filmes não dirigidos por Hitchcock hahaha
Bom demais, cinema raiz
Um dos melhores e surpreendentes filmes que já assisti.