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Data de lançamento
5 Set. 2008Duração
Após a Revolução Cubana, Che está no auge de sua fama e poder. Então ele desapareceu, ressurgindo incógnito na Bolívia, onde organiza um pequeno grupo de camaradas cubanos e recrutas bolivianos para começar a grande revolução latino-americana. A história da campanha boliviana de Che é um conto de tenacidade, sacrifício, idealismo e de arte de guerrilha que no final das contas acabou por falhar, resultando na morte de Che. Através dessa história, nós tentamos entender como Che continua sendo um símbolo de idealismo e heroísmo que vive nos corações das pessoas ao redor do mundo.
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23.08.2009
Inferior ao anterior.
Já temos a participação de Lou Diamond Phillips, e Matt Damon e Joaquim de Almeida.
Bom filme para você!!!!!
Co-produção hispano-franco-teuto-estadunidense em Technicolor indicado a 2 prêmios no Festival de Cinema de Cannes: Palma de Ouro de melhor filme - compartilhado com: Che: O argentino (08), e vencedor de melhor ator, Benicio Del Toro - compartilhado com: Che: O argentino (08). O filme foi rodado em Cádiz e Huelva, na Andaluzía, e em
Toledo, em Castela-Mancha, na Espanha, e La Paz, na Bolívia.
Foi o 1° longa-metragem a ser rodado com a Câmera Digital Red One, bem como o 1° filme convencional a ser rodado em resolução 4K. Che: O argentino (08) e este filme foram exibidos juntos no Festival de Cinema de Cannes 2008 sob o título "Che". Embora interprete o cubano de ascendência espanhola Fidel Castro, Damian Bichir é um mexicano de ascendência libanesa. O filipino-americano Lou Diamond Phillips interpreta o boliviano Mario Monje, o brasileiro Rodrigo Santoro interpreta o cubano Raul Castro, o chileno Santiago Cabrera interpreta Camilo Cienfuegos e o porto-riquenho Benicio Del Toro interpreta Che Guevara, um argentino.
O exagero do tempo que passa pela falta geral de ação na tela comunica a ineficácia da campanha de guerrilha e a tristeza e solidão geral da existência em ruínas de Che. Este drama de guerra biográfico atua de forma mais introspectiva e nos mostra o homem-título enquanto ele luta e tenta manter seus homens em ordem. uma tragédia genuína – e se reconhece o seu herói fatalmente falho como um mártir na luta condenada do século XX. contra o capitalismo global.
Em sua execução, Che foi baleado nove vezes, e não três, como mostra o filme.
Assim como o primeiro filme, achei bem real e a produção caprichada, mas falta o carisma que um ''diários de motocicleta'' traz, é tudo muito frio, faltou uma 'latino-americanidade', que no final é o que interessa qdo se fala do che... não é a toa que é do soderbergh...mas vale ver...hbomax
Essa sequencia toma um caminho bem diferente do filme anterior. Se em "O Argentino" o clima era de otimismo e triunfo mesmo com todos os obstáculos, aqui temos uma atmosfera pessimista desde o inicio. Isso é natural, afinal se trata dos últimos meses da vida do protagonista. O problema é que o ritmo do filme se torna arrastado demais e a montagem repetitiva: depois de um tempo os guerrilheiros ficam só se deslocando de um ponto a outro sem outro objetivo a não ser fugir do exército. Fica a impressão de que o filme poderia ser mais curto sem perda para o espectador.
O roteiro pelo menos não deixa de esclarecer os obstáculos que levaram ao fracasso da guerrilha, como as divergências com o partido comunista da Bolívia, a xenofobia, a interferência bélica dos EUA, e a colaboração de grande parte da população boliviana com o exército (embora muitos tenham sido forçados, claro).
A direção de Soderbergh é direta, semidocumental e jamais se torna confusa, podendo ser compreendida mesmo por quem não conhece a história. Há outras falhas porém:
o diretor evita mostrar as mortes dos guerrilheiros, como se temesse chocar o público. O filme também ignora quase totalmente a fracassada missão no Congo
Mesmo o filme tendo mais de duas horas seu final parece apressado:
nada é dito sobre o destino dos outros guerrilheiros ou do cadáver de Che (ele foi enterrado em vala comum e seus restos mortais só foram descobertos em 1997)