Buck O'Brien tem 27 anos e ainda mora com sua mãe doente em uma casa suburbana, onde ele cresceu, ou mais propriamente, não conseguiu crescer. Quando sua mãe morre, Buck convida seu melhor amigo na infância, Chuck, agora um bem sucedido executivo no ramo musical, para o funeral. O encontro lhe traz intensas lembranças da época que eram garotos e após o funeral ele decidi ir até Los Angeles para se aproximar de Chuck. Mas Buck acaba criando uma obssessão e começa a persegui-lo.
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É muito filminho maneiro perdido na linha do tempo cinematográfica. Chuck & Buck tem uma história engraçada, estranha, curiosa e reveladora, o personagem principal é um estudo de caso, mas a direção opta por manter o humor ácido com certa melancolia, e não pesar para o lado psiquiátrico, e o filme é cheio de detalhes que vão mostrando que o "buraco é mais embaixo", trazendo ao termino uma visão mais ampla sobre a história. Tive a impressão que o filme foi feito no estilo do movimento Dogma 95, fazendo eu gostar mais ainda.
É constrangedor e esquisito com toques de esperança e recomeço, fazendo assim com que a experiência de assistir se torne estranhamente fascinante.
Acredito que o Buck seja autista, né!?
O filme é uma jóia desconhecida e esquecida. Muito bom mesmo!
De modelos adolescentes a creme anti rugas, vivemos em um mundo que adora os jovens. Este filme estranhamente cômico tira o brilho da beleza juvenil para explorar o lado sombrio da infância e perguntar o que acontece quando a criança obstinada e carente se recusa a crescer. Chuck (Weitz) e Buck (White) se encontram no funeral da mãe de Buck. Eles já foram melhores amigos, mas não se veem desde os 11 anos. Suas vidas seguiram caminhos diferentes. Chuck é agora um sofisticado executivo de alto gabarito em Los Angeles e Buck ainda está preso à mente de uma criança , lá fora, em qualquer lugar dos Estados Unidos, chupando pirulitos. Sozinho após a morte de sua mãe, Buck torna-se determinado a renovar sua amizade de infância com Chuck. Tentando iniciar o afeto da única maneira que conhece, Buck apalpa Chuck em uma tentativa de reacender sua furtiva homossexualidade pré-adolescente. Chuck fica horrorizado e vai embora, mas Buck não desiste e se muda para Los Angeles. Seus encontros subsequentes oscilam entre a hilaridade e a náusea pegajosa conforme a obsessão de Buck se transforma em perseguição total. Filmado com toda a intimidade contorcida do vídeo digital, Chuck e Buck nos fazem perguntas estranhas sobre nossos tabus. A interpretação de Buck por White inspira simpatia e arrepios, e este é certamente um dos filmes mais perturbadoramente engraçados que já assisti. Você não vai rir em voz alta, mas vai encontrar uma risadinha contagiante e cada vez mais narcisista ondulando à medida que o filme lentamente revela mais e mais do humor horrível da vida. Intrigante pela angustia e sofrido pelo desfecho...
Me apaixonei pelo Buck!
A esquisitice, o sofrido amor platônico, a obsessão, a depressão...
Tão fofo e triste.
''Chuck and Buck, suck and fuck'' kkkk