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Data de lançamento
10 Abril 1998Duração
Em Los Angeles, uma dedicada cirurgiã (Meg Ryan) fica arrasada quando perde um paciente durante uma operação, no mesmo instante em que um anjo (Nicolas Cage), que estava na sala de cirurgia, começa a se sentir atraído por ela.
Em pouco tempo ele fica apaixonado pela médica e resolve ficar visível para ela, a fim de poder encontrá-la frequentemente, o que acaba provocando entre os dois uma atração cada vez maior, apesar dela ter um sério relacionamento com um colega de profissão.
O ser celestial não pode sentir calor, nem o vento no rosto, o gosto de uma fruta ou o toque da sua amada, assim ele cogita em deixar de ser um imortal para poder amar e ser amado intensamente.
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23.10.2009
IMPRIMATUR - visto no cinema em 1998:
Gostava tanto da Meg Ryan… hoje, revendo a maioria de seus filmes, acho que ela compromete a intensidade da maioria deles. Ponto mesmo para o Cage que "estava" construindo uma bela filmografia.
Avaliação em nota: 5.9
Esse filme é um romance da mesma forma que não. O Seth e a Drª não tem muitas cenas que remetem isso, o filme explora a visão de Seth com a humanidade, ele se apaixonar por coisas como os sentimentos, os sentidos e toda a experiência única que viver por apenas uma vez pode dar.
Ela morrer no final trás a dura realidade, a vida pode acabar quando a gente menos se espera, e por isso devemos aproveita-la, a morte também faz parte. Seth não entendia o peso de alguém partir mesmo levando várias almas.
Num geral, o filme demonstra as coisas que não damos valor, e infatiza que a vida pode acabar a qualquer momento, será que estamos vivendo da forma que deveríamos e será que estamos prontos pra um eventual fim?
Achei cansativo. Tem umas reflexões interessantes, mas nada mt fora da caixa.
Gênesis 6:1-2: "Quando os homens começaram a multiplicar-se na terra e lhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram bonitas, e escolheram para si aquelas que lhes agradaram."
A história de um anjo caído que troca a vida eterna e a graça de Deus por alguns momentos de luxúria com uma humana. Mais uma vez, Hollywood esfrega na nossa cara sua preferência pelo profano, e de quebra Lúcifer ainda faz uma pontinha.
A exaltação da carnalidade em detrimento de tudo que é sagrado. Estava tudo ali, como não percebemos antes???