Disposto a deixar o seu passado de mortes para trás, um assassino profissional viaja com sua garota para um paraíso na América Central sem imaginar que está sendo espionado. Após uma inesperada traição ele sobrevive a uma tentativa de assassinato, embora seja preso em seguida. Já solto, vai em busca das pessoas que o enganaram.
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Neo-Noir interessante, com um bom trio central (Bronson, Ireland, Savalas) trilha sonora sombria de Ennio Morricone e tensas cenas de ação, mas o final decepciona, com a morte besta do personagem de Bronson após se vingar da dupla que o enganara e manipulara.
Estive maratonando a investida em tempo na filmografia de Charles Bronson (e sua filmografia é bastante extensa). Me deparei com este título aqui, CIDADE VIOLENTA, que segue a mesma fórmula de tantos outros filmes deste seguimento. Assassino profissional viaja com sua namorada para o litoral de uma praia na América central, disposto a esquecer a vida de assassino. Mas, bandidos perigosos estarão no seu encalço até ele retornar a sua vida de crimes. A melhor cena com certeza é da abertura com a longa filmagem da perseguição de carro pelas ruas estreitas do pequeno vilarejo. O roteiro propõe um jogo de gato e rato, e ninguém sabe ao certo, quem é mocinho e quem é bandido, no final das contas. No elenco todo mundo faz o arroz com feijão; Charles Bronson em seu terreno habitual, digo o mesmo para Telly Savalas em seu terreno seguro sempre fazendo papel de homem nada confiável, de bandido e mafioso. Jill Ireland aqui é que tem um pouco mais de destaque por carregar a sua personagem, um tanto dúbia até o final, levando em conta sua limitação como atriz. É uma fita de ação setentista, como disseram abaixo, da fase européia de Charles Bronson, que é o mais do mesmo.
Um bom filme da fase europeia de Bronson bem movimentado um final pouco comum.na carreira dele.
Começa com uma perseguição insana na Itália muito bem filmada, a velha história de traição e vingança, depois fica meio enrolado com a parte da prisão e volta a ficar bom no final, principalmente depois que Telly Savalas aparece em tela, o final é um pouco diferente do que estamos acostumados com filmes do Charles Bronson e não posso deixar de destacar a trilha sonora do Ennio Morricone.
Trilha do mestre Morricone , charme europeu e um bom desfecho 70s , além da participação do enigmático e sinistro Telly Savalas.