O filme narra a ascensão e o declínio de Cleópatra, rainha do Egito, sua luta para defender o império das ambições políticas e territoriais de Roma, e seu relacionamento com Júlio César e Marco Antônio.
Filme datado? Sim, mas "Cleópatra" ainda mantém sua aura de cult, sendo um clássico marcante do subgênero dos épicos históricos. Há cerca de três anos, comentei aqui no Filmow sobre essa produção e, com esta nova revisão, mantenho minha nota de 4 estrelas pela nostalgia e pela excelência técnica.
Liz Taylor ficou eternizada no papel: bela, sensual e deslumbrante. Rex Harrison entrega um desempenho soberbo como Júlio César, e Richard Burton não decepciona como Marco Antônio. Todo o elenco de apoio também dá conta do recado com ótimas atuações.
Por ser muito longo, a trama se arrasta um pouco, mas isso não tira a força dessa produção antológica de 1963. Só agora notei a fundo detalhes como os figurinos pomposos e a cenografia robusta, impecável e muito bonita.
Na minha modesta avaliação, esta continua sendo a melhor versão de Cleópatra para o cinema.
É inegavelmente um filme majestoso. Os cenários, a quantidade de figuração, o figurino que a Elizabeth Taylor usa ao longe das mais de três horas de filme... tudo nele esbanja grandiosidade. Mas eu acho que os pontos positivos ficam por toda essa parte técnica e a atuação dela com certeza, mas achei o filme um tanto confuso. A narrativa chega a mudar de forma abrupta e eu descobri pesquisando que foi porque o ator que fazia o Júlio César desistiu e saiu do filme, tendo que mudarem o roteiro pra trazer a segunda parte focada especificamente no Marco Antônio e isso não é muito bem explicado, às vezes o filho dela some da história, nem sempre entendemos realmente o que está acontecendo. Acho que o filme foca na sedução dela e nos romances meio diplomáticos e esquece um pouco de centralizar melhor essa questão das regiões. Será que precisava ser tão longo assim o filme? Sabemos que não, mas dá pra ir parcelando e assistindo aos poucos. Não me arrependo de ver, mas não veria de novo.
Os cenários e figurinos de “Cleopatra” realmente são belíssimos, e demonstram a razão do filme ter sido um dos mais caros da história; infelizmente todo o resto não corresponde ao gasto. Em nenhum momento senti-me em Alexandria ou em Roma, a teatralidade e o melodrama são tão presentes que tornam tudo novelesco, caricato e cafona.
“Cleopatra” não precisava de quatro horas de duração, nem aqui nem no Egito.
Um pouco longo kkkk poderia ter pelo menos uns 20, 30 min a menos. Mas é espetacular em termos de produção.. algo difícil de ver até hoje. Visualmente é algo tão insano q cada cenário chega a brilhar os olhos.. não só os cenários q são gigantescos.. os figurinos também. Nível de detalhes é fantástico. Me arrisco a dizer que esse deve ser o filme mais grandioso nesse sentido. Os detalhes!!!! PS.: Elizabeth Taylor sempre rouba a cena, claro! Ela é o filme!!
Reassistido via YouTube em 05/09/2026.
Filme datado? Sim, mas "Cleópatra" ainda mantém sua aura de cult, sendo um clássico marcante do subgênero dos épicos históricos. Há cerca de três anos, comentei aqui no Filmow sobre essa produção e, com esta nova revisão, mantenho minha nota de 4 estrelas pela nostalgia e pela excelência técnica.
Liz Taylor ficou eternizada no papel: bela, sensual e deslumbrante. Rex Harrison entrega um desempenho soberbo como Júlio César, e Richard Burton não decepciona como Marco Antônio. Todo o elenco de apoio também dá conta do recado com ótimas atuações.
Por ser muito longo, a trama se arrasta um pouco, mas isso não tira a força dessa produção antológica de 1963. Só agora notei a fundo detalhes como os figurinos pomposos e a cenografia robusta, impecável e muito bonita.
Na minha modesta avaliação, esta continua sendo a melhor versão de Cleópatra para o cinema.
É inegavelmente um filme majestoso. Os cenários, a quantidade de figuração, o figurino que a Elizabeth Taylor usa ao longe das mais de três horas de filme... tudo nele esbanja grandiosidade. Mas eu acho que os pontos positivos ficam por toda essa parte técnica e a atuação dela com certeza, mas achei o filme um tanto confuso. A narrativa chega a mudar de forma abrupta e eu descobri pesquisando que foi porque o ator que fazia o Júlio César desistiu e saiu do filme, tendo que mudarem o roteiro pra trazer a segunda parte focada especificamente no Marco Antônio e isso não é muito bem explicado, às vezes o filho dela some da história, nem sempre entendemos realmente o que está acontecendo. Acho que o filme foca na sedução dela e nos romances meio diplomáticos e esquece um pouco de centralizar melhor essa questão das regiões. Será que precisava ser tão longo assim o filme? Sabemos que não, mas dá pra ir parcelando e assistindo aos poucos. Não me arrependo de ver, mas não veria de novo.
Os cenários e figurinos de “Cleopatra” realmente são belíssimos, e demonstram a razão do filme ter sido um dos mais caros da história; infelizmente todo o resto não corresponde ao gasto. Em nenhum momento senti-me em Alexandria ou em Roma, a teatralidade e o melodrama são tão presentes que tornam tudo novelesco, caricato e cafona.
“Cleopatra” não precisava de quatro horas de duração, nem aqui nem no Egito.
quatro horas e onze? ta de sacanagem?
Um pouco longo kkkk poderia ter pelo menos uns 20, 30 min a menos.
Mas é espetacular em termos de produção.. algo difícil de ver até hoje. Visualmente é algo tão insano q cada cenário chega a brilhar os olhos.. não só os cenários q são gigantescos.. os figurinos também. Nível de detalhes é fantástico.
Me arrisco a dizer que esse deve ser o filme mais grandioso nesse sentido.
Os detalhes!!!!
PS.: Elizabeth Taylor sempre rouba a cena, claro! Ela é o filme!!