Num grande hospital em Boston, a Doutora Susan Weleer começa a desconfiar quando sua melhor amiga Nancy entra repentinamente em coma e sem explicação após uma cirurgia simples, descobrindo a seguir que muitos outros casos semelhantes também ocorreram.
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Bom filme, conduz bem o suspense, mas achei o final meio largado.
A primeira hora inicial parece um pouco arrastada, mas na metade final o filme ganha ritmo e sustenta bem a tensão e o suspense até o final. Um dos destaques são os impressionantes cenários de alguma sequências. Michael Douglas ainda em início de carreira aparece pouco e Tom Selleck antes da fama como Magnum tem uma rápida aparição.
Bom filme de suspense do final da década de 70.
Boa dupla de protagonistas e clima de suspense eleva na sua segunda metade. De resto é regular.
O pessoal na época deve ter ficado com medo de hospital.
Assistido em 29-03-2024
COMA foi um filme que sempre tive vontade de conferir, mas era difícil de achar. Hoje, felizmente, pude vê-lo. E gostei muito da trama enredística que trata de uma médica de um hospital de Boston que desconfia que mortes estão se acumulando sem uma razão aparente.
O filme na época em que foi lançado deve ter sido impactante para o grande público, uma vez que, naquele época nem se imagina que a
política hospitalar e criminosa fosse capaz que vender, negociar órgãos de pessoas, saudáveis, assassinando-as de forma deliberada.
Michael Douglas está muito bem como médico namorado da protagonista que se interessa mais pela política do hospital que a prática médica. É como ele está bonito hein! Richard Widmark está ótimo como diretor do hospital e as cenas de embate entre ele e a protagonista são as melhores. E Geneviève Bujold está ótima como a médica que suspeita das mortes misteriosas e sai na busca incessante pela verdade.
Embora tenha demorado muito de ver este ótimo suspense, valeu a pena ter esperado tanto.
Ótimo e reflexivo drama-suspense hospitalar.
O roteiro de Michael Crichton se mantêm fiel à estrutura do romance de Robin Cook mas faz algumas alterações que acabam melhorando o resultado, como a protagonista ser mais velha (e portanto mais experiente) e suas motivações soarem mais verossímeis que no livro. A direção de arte é eficaz ao associar os cenários aos personagens que os ocupam: a sala do cirurgião-chefe (Richard Widmark) é luxuosa como uma mansão, cheia de placas de homenagens (e o fato dele telefonar para senadores e outros políticos dá uma ideia de seu poder e influência) enquanto o apartamento de Mark é bem mais modesto e jovial. A trilha sonora de Jerry Goldsmith dá um clima de crescente paranoia.
Um thriller eficiente sobre um assunto, infelizmente, ainda atual.