Nicole Bonnet (Audrey Hepburn) é a filha de um falsificador de obras de arte que pede a ajuda de Simon Dermott (Peter O'Toole), um desconhecido que recentemente invadiu sua casa, para roubar uma estátua. O pedido é feito porque seu pai, Charles Bonnet (Hugh Griffith), emprestou para um museu a estátua e sem ler um documento, autorizou exames que provem a autenticidade da obra. Quando os testes forem feitos ficará claro que a obra é falsa, assim todos os quadros que Charles vendeu serão testados de todas as formas e será comprovado que ele é um falsificador. Mas Nicole nem imagina quem a está ajudando em um roubo quase impossível de ser realizado.
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Thriller de assalto bonitinho, elegante, bem humorado, com Audrey no auge de seu talento e beleza. Mas o roteiro é fraquinho, e soa bem exagerado e bobo pelos padrões atuais.
Em How to Steal a Million, conhecido no Brasil como Como Roubar Um Milhão de Dólares, eu demorei a engrenar e me apegar à proposta, assim como o próprio filme parece demorar para começar de verdade. O desenvolvimento é bem lento, e a primeira hora serve praticamente só para preparar terreno, apresentar os personagens e situar suas posições dentro da trama. Só a partir do momento do roubo é que a coisa melhora um pouco, embora continue num ritmo arrastado, aparentemente tentando criar tensão — o que, para mim, não funcionou. Até ali eu ainda não tinha criado simpatia por ninguém; achei todos bem sem carisma.
Quando a história começa a se desenrolar melhor e vem a revelação envolvendo Simon Dermott (Peter O'Toole), descobrimos que ele não é um
ladrão comum,
detetive particular especializado em obras de arte roubadas e em seguir, detectar e expor falsificações. Além disso, ele também é uma autoridade em segurança de museus, atuando como consultor especial para grandes instituições em cidades como Londres, Nova Iorque, Chicago, Madrid e até Leningrado. Ele possui formação em história da arte e química pela Universidade de Londres, com distinção em criminologia avançada. Como ele mesmo diz, o maluco é quase uma entidade.
Esse plot dá um peso maior ao personagem, na relação dos dois e em tudo o que ele fez, principalmente na interação com Nicole (Audrey Hepburn), mas ainda assim senti que demorou demais para o filme realmente me conquistar. Temos também a presença de Eli Wallach, que pela primeira vez vejo interpretando um personagem mais “limpo”, e o sempre caricato Hugh Griffith, com seus olhos arregalados marcantes.
Não é ruim, mas é arrastado demais. Daria para cortar várias cenas sem perder nada essencial. Senti que essa média alta (4,2) é meio supervalorizada; eu realmente esperava mais.
Assistido em 19/02/2026
Filme leve, divertido e engraçado. A história muito original e que apesar dos absurdos se torna muito divertida e faz com que voc^de fique vidrado até o fim do filme. A química do casal é excelente. O pai traz um papel caricato e engraçado para a trama. Tudo muito bem encaixado. Tipo de filme que vale a pena verde novo.
Romance com vibe de conto de fadas da Disney perfeitinho do início ao fim. Palmas pra beleza da Audrey e pra química palpável do casal.
Comédia romântica deliciosa com Hepburn e O'Toole no auge da beleza em uma química perfeita.