Uma garota ambiciosa descobre um jeito arriscado de lucrar, explorando brechas no mercado imobiliário de Nova York.
O esquema parece infalível até ela cruzar o caminho de um morador enigmático, cujo passado perigoso transforma o jogo em uma armadilha e coloca sua vida em risco.
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Uma golpista cai nas garras de um psicopata. Interessante.
Até tinha uma ideia que poderia render um suspense interessante, mas se perde totalmente em um roteiro sem pé nem cabeça. O ritmo é péssimo — um filme chato, maçante e que se arrasta da metade pro final.
Além disso, é impossível simpatizar com a protagonista; é difícil torcer pela personagem que é uma criminosa sem carisma. O único que se salva (e olha lá) é o Djimon Hounsou, que traz uma presença imponente, mas nem o talento dele segura esse desastre. Uma obra fraquíssima e esquecível.
Corra versão 2026 e sem critica social.
Esse foi o 2º lançamento que vi de 2026. Não sei se vai sair uma versão dublada, mas assisti no áudio original em inglês e legendado. Confesso que assisti só por causa da Lauren LaVera; estou gamado por essa atriz. A premissa, embora não seja original, tinha potencial para, no mínimo, um filme bom. Infelizmente, não é o que acontece aqui.
Os diálogos são constrangedores, o roteiro é ruim e mal desenvolvido, com furos. Os personagens são rasos, superficiais e burros. Não é segredo para ninguém que o diretor Darren Lynn Bousman (famoso pelas continuações de Jogos Mortais) está em grande decadência na carreira. Já faz anos que ele não entrega um filme bom.
Na trama, há alguns elementos que lembram Jogos Mortais, como a cena de cirurgia no cérebro ridícula. Lembrando que ele foi o diretor do ótimo Jogos Mortais 3 (2006), que teve uma cena excelente de cirurgia no cérebro do Jigsaw. É um filme chato e ruim.
Um misto de suspense e terror trash. Vale apenas pelo bom desempenho de Djimon Hounsou.