Cracolândia

Cracolândia (2020)
Cracolândia
Média do filme: 2.3 de 5 — baseado em 26 votos
MÉDIAFILMOW
2.3
26 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Edu Felistoque
Data de lançamento 21 Out. 2020 Outras datas
País de origem Brasil 🇧🇷
Duração 87 min (1h27)
Status Em Breve

Dirigido por

Data de lançamento

21 Out. 2020

Duração

87 minutos
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Sinopse

A partir de uma intensa pesquisa – e visto através de diferentes realidades, a dos que a estudam, as dos que tentam contê-la e a dos que vivem nela, o filme abre um debate a respeito da maior e mais impactante cena de uso aberto de crack do mundo: a "Cracolândia" de São Paulo. O filme, dirigido por Edu Felistoque, analisa as causas desse mal e suas progressões, além das táticas de combate já realizadas em São Paulo, abrindo um paralelo com as estratégias usadas em outros países.

Elenco

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A Bola Preta

Comentários 0
amigos querem ver
adrianotardoq1cb674d60c4445d3
NANIN
½
1 ano atrás

Documentário de uma canalhice sem tamanho. Para alguém minimamente observador, soa claramente como se fosse uma "peça publicitária" encomendada para justificar ações e consequências dos governos que assumiram as três instâncias de poder no período (municipal, estadual e federal). Negligenciando uma série de interesses como os que levaram ao abandono do local para futura especulação, (imobiliária, por exemplo). Inventa um sociólogo "iluminado", que tem exclusividade para andar e filmar durante as ações policiais, como representante do que a de pior em uma dita "sociologia", esta de padrão colonizador e classista. Esse mesmo, juntamente com uma série de.figurinhas carimbadas que vivem dando entrevistas na mídia tradicional (programas de jornalismo "pinga-sangue", por exemplo) passou a ser figura carimbada em podcast sobretudo pelas posições alinhadas aos interesses da direita (e extrema direita). Exploram de maneira descarada o nome do Primeiro Comando da Capital para atribuir um perfil de "inimigo conhecido" e fazem de tudo para vincular os interesses progressistas de liberdade de ir e vir aos interesses do antagonista proposto. Obviamente que detonam as Ong's que trabalham com educação saúde e cultura no local.
Usar os EUA como um exemplo de abordagem é uma piada de mal gosto. Falaram de New York, mas negligenciaram Oakland, na Califórnia, há uma verdadeira tragédia social com milhares de pessoas abandonadas na cidade, em uma.situacao 10 vezes maior que a Cracolândia.
E para completar, ainda soltam a história do "direitos humanos para mal feitores".
Filme para doutrinar e não para refletir e buscar de fato soluções para além do intervencionismo do Estado pelas botas policiais .

jordisonfrancisco
Jordison
5 anos atrás

Nossa, tava empolgado pra esse documentário, mas achei terrível.

Desde que começaram a tratar a intervenção policial como normal, nada mais me desceu.
O comentário do roteirista sobre o caso da mulher ttans que saiu da escola após duas semanas mesoou extremamente transfóbico. Aquilo não acontece apenas por um "trauma". Perguntar "como ela pode resolver seu trauma?" isso é ignorar o fato que vivemos no país que mais assassina pessoas trans por transfobia, e jogar toda a responsabilidade pra quem é assassinado(a).

Não conhecia o "Craco resiste", e nem posso dizer que conheço, porque só vi um amontoado de trechos picotados da entrevista, com o intuito de tornar fácil rebater a fala do membro do projeto, e foi isso que aconteceu.

Já acho que as cenas que falam sobre os EUA e outros países acabaram alimentando o nosso complexo de vira lata sim. Enquanto aqui, materias jornalísticos e drones mostrando a realidade da Cracolândia eram mostrados frequentemente, lá fora, nada disso é mostrado. Apenas as soluções são mostradas.

Achei a "solução" final (ouvir aqueles que compõem a cracolândia) patética quando lembrei que no máximo umas 5 pessoas que compõem a cracolândia tiveram algum momento de fala no documentário, que sequer devem somar 10 minutos. Fora o discurso de "os que compõem a cracolândia estão aparados pelos direitos humanos, e o resto da sociedade está esquecida". Terrível, mas no meio do documentário vi que o diretor é um deputado estadual, e não esperava mais muito além disso.

pseudokane3
Wesley PC>
½
5 anos atrás

É difícil lidar com este filme: não obstante o título fazer com que desejássemos uma explicação histórica da região em pauta, deparamo-nos com uma anunciada propaganda de extrema-direita, em que Heni Ozi Cukier (que eu não conhecia até então) é apresentado como uma espécie de super-homem hiper-racional, com todas as mais precisas soluções para resolver o que insiste como "semente do que aconteceu nas favelas do Rio de Janeira". Em termos argumentativos, o filme é completamente equivocado e malévolo e, em termos formais, é uma continuidade das tensões policiais de gênero que abundam nas obras ficcionais do diretor. Sendo assim, toda a excrescência ideológica do filme talvez não surpreenda quem já conhece os envolvidos. O que não nos priva de sermos negativamente afetados: fiquei sem dormir após a sessão, de tão machucado que fui por esta obra abjeta. Horroroso em todo e qualquer sentido analítico! :/ - WPC>

euigo
Igor
5 anos atrás

Sinceramente, uma decepção. Esperava um documentário para ampliar a visão sobre um tema complexo e extenso como a Cracolândia e não chega nem perto.
Afastando considerações políticas, que com certeza entram nessa discussão, é narrativamente confuso. Ele não tem bem um ponto de partida e não sabe onde quer chegar.
Lança uma série de temas para debate, como a desconcentração da Cracolandia, a questão policial, tráfico de drogas, a polícia, a questão médica, tratamentos, programa de intervenção do Estado no governo Haddad, depois ele vai pra países europeus falar de outras drogas, sendo que o craque é um problema em toda a América, inclusive EUA que aparecem mas não para abordar esse tema.
Há um ponto de crítica a Ongs, Justiça, MPF e direitos humanos (como se também fosse uma entidade), e no final ele traz justamente trabalhos feitos por ONG's.

Não é um bom acréscimo para se discutir o tema. "Ah, a Cracolândia é um tema complexo e que nós precisamos resolver." Mas isso já não é sabido?
Para não ficar apenas em críticas, o documentário consegue ganhar muita força a mostrar a situação que aquelas pessoas se encontram, seja os usuários ou as pessoas que moram ao redor da região. Sendo cenas já conhecidas mas que nos dizem tanto, diferente do documentário.

klausg
Klaus Gomes
5 anos atrás

Direção: João Dória
Roteiro: PSDB

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