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Sinopse
No filme, Chev Chelios encara um mafioso que roubou seu coração e colocou no lugar uma máquina movida a bateria. Caso não receba descargas constantes de eletricidade, ele morre.
Se o primeiro filme já era uma viagem de ácido em alta velocidade, esta sequência liga o botão do foda-se logo no primeiro minuto e entrega exatamente o que promete: caos absoluto. O roteiro mantém a mesmíssima essência do original, mas expande a galhofa a níveis inacreditáveis. Jason Statham está no seu auge da canastrice genial, correndo atrás de eletricidade para manter seu coração artificial batendo. As cenas de luta estilo Godzilla, os ângulos de câmera bizarros e o ritmo de videogame tornam a experiência hipnotizante. É um longa que sabe exatamente o que é, e justamente por isso que é tão bom e divertido. Uma pérola subestimada do cinema de ação frenético!
Se “Adrenalina” já era um filme que desprezava todas as regras narrativas e cinematográficas, “Adrenalina 2: Alta Voltage” é o momento em que essas regras são desenterradas, queimadas, eletrocutadas e chutadas de um prédio. Este é, possivelmente, um dos filmes mais autoconfiantes em sua própria loucura. Não tenta ser coerente, não tenta ser realista, não tenta ser um filme mas uma convulsão com identidade visual.
Após a queda do primeiro filme, Chev Chelios é capturado, tem seus órgãos removidos e substituídos, e agora sobrevive graças a um coração artificial que precisa ser recarregado manualmente. Sim. Recarregado. Como celular em fim de vida. É brilhante na sua estupidez. O roteiro parece escrito por alguém que foi desafiado a tornar cada cena mais absurda que a anterior. O desafio foi cumprido com louvor, Chev eletrocutando a si mesmo para recarregar o peito, lutas que viram tokusatsu sem aviso, s*xo público transformado em set piece de ação (de novo), um clima geral de pesadelo febril filmado em HD. A coerência é completamente descartada mas essa é a regra de ser insano, sempre, e imediatamente.
Os Diretores filmam como se tivessem prendido a câmera em um cachorro e o deixado correr. Planos distorcidos, zooms violentos, cores estouradas, cortes psicóticos e é tudo tão exagerado que se torna fascinante. O filme não é somente acelerado, ele parece feito para pessoas que acham que Red Bull é fraco.
“Adrenalina 2” é o surto pós-surto, o momento em que a sanidade desistiu de voltar. É mais violento, explícito, insano, cartunesco, auto-sabotado, mais consciente de que é ridículo e celebrando esse ridículo com orgulho.
Tosco mas extremamente divertido. Da pra ver claramente que todos os envolvidos tocaram o foda-se e caíram de cabeça nessa loucura.As cenas de bastidores nos créditos são tão engraçadas quanto o longa.
Vai parecer sem sentido nenhum, mas essa tranqueira é tudo que eu queria ver num filme do Deadpool. Com direito a quebra da quarta parede e tudo JKJKKK geralmente esse humor "edgy" enche o saco fácil, mas aqui eles extrapolam de um jeito genuinamente frenético, e não preguiçoso como aquelas parodias do final dos anos 2000.
Se o primeiro filme já era uma viagem de ácido em alta velocidade, esta sequência liga o botão do foda-se logo no primeiro minuto e entrega exatamente o que promete: caos absoluto. O roteiro mantém a mesmíssima essência do original, mas expande a galhofa a níveis inacreditáveis. Jason Statham está no seu auge da canastrice genial, correndo atrás de eletricidade para manter seu coração artificial batendo. As cenas de luta estilo Godzilla, os ângulos de câmera bizarros e o ritmo de videogame tornam a experiência hipnotizante. É um longa que sabe exatamente o que é, e justamente por isso que é tão bom e divertido. Uma pérola subestimada do cinema de ação frenético!
Se “Adrenalina” já era um filme que desprezava todas as regras narrativas e cinematográficas, “Adrenalina 2: Alta Voltage” é o momento em que essas regras são desenterradas, queimadas, eletrocutadas e chutadas de um prédio. Este é, possivelmente, um dos filmes mais autoconfiantes em sua própria loucura. Não tenta ser coerente, não tenta ser realista, não tenta ser um filme mas uma convulsão com identidade visual.
Após a queda do primeiro filme, Chev Chelios é capturado, tem seus órgãos removidos e substituídos, e agora sobrevive graças a um coração artificial que precisa ser recarregado manualmente. Sim. Recarregado. Como celular em fim de vida. É brilhante na sua estupidez. O roteiro parece escrito por alguém que foi desafiado a tornar cada cena mais absurda que a anterior. O desafio foi cumprido com louvor, Chev eletrocutando a si mesmo para recarregar o peito, lutas que viram tokusatsu sem aviso, s*xo público transformado em set piece de ação (de novo), um clima geral de pesadelo febril filmado em HD. A coerência é completamente descartada mas essa é a regra de ser insano, sempre, e imediatamente.
Os Diretores filmam como se tivessem prendido a câmera em um cachorro e o deixado correr. Planos distorcidos, zooms violentos, cores estouradas, cortes psicóticos e é tudo tão exagerado que se torna fascinante. O filme não é somente acelerado, ele parece feito para pessoas que acham que Red Bull é fraco.
“Adrenalina 2” é o surto pós-surto, o momento em que a sanidade desistiu de voltar. É mais violento, explícito, insano, cartunesco, auto-sabotado, mais consciente de que é ridículo e celebrando esse ridículo com orgulho.
Tosco mas extremamente divertido. Da pra ver claramente que todos os envolvidos tocaram o foda-se e caíram de cabeça nessa loucura.As cenas de bastidores nos créditos são tão engraçadas quanto o longa.
Que filme louco esse!
Vai parecer sem sentido nenhum, mas essa tranqueira é tudo que eu queria ver num filme do Deadpool. Com direito a quebra da quarta parede e tudo JKJKKK geralmente esse humor "edgy" enche o saco fácil, mas aqui eles extrapolam de um jeito genuinamente frenético, e não preguiçoso como aquelas parodias do final dos anos 2000.