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Data de lançamento
25 Nov. 2015Duração
Adonis Johnson (Michael B. Jordan) nunca conheceu o pai, Apollo Creed, que faleceu antes de seu nascimento. Ainda assim, a luta está em seu sangue e ele decide entrar no mundo das competições profissionais de boxe. Após muito insistir, Adonis consegue convencer Rocky Balboa (Sylvester Stallone) a ser seu treinador e, enquanto um luta pela glória, o outro luta pela vida.
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IMPRIMATUR - visto no cinema em 2016:
Sim, Rocky é um dos meus filmes prediletos do meu passado onírico e romântico. E até por isso, tenho consciência de que é um produto cafona, tosco, mas tortuosamente edificante. Tão forte que sempre se fez como o “tente outra vez” do Stallone, mas na vasta cinematografia tão circulada por picaretagens contínuas, entre todas, é a que se fez mais coerente. Afinal, onde mais poderíamos imaginar, dentro e fora das telas, o fim e o início de uma alegoria completando-se de maneira tão ímpar. É o cinema americano em puro estado de autocontemplação. Vê Rocky caindo sem ser por causa de um soco foi chocante de tão angustiante. Só queria ter aceitado melhor a superestimação dada a CREED como um ótimo filme, já que o achei apenas ok. Na verdade ele é graúdo por causa do elenco lhe engrandecendo, só que a estória não vai além do básico, e por pouco não se torna uma refilmagem do que a parte cinco deveria ter sido. Por isso, lamento que a relação do novo herói com a mãe comece bem, mas se torne descartável; que o romance, apesar da fragilização física da mocinha numa qualificação que lhe assemelha a Adrian, não funcione tanto; e que a cena de sua corrida “solo”, mesmo bem filmada, seja um tanto canhestra. Evidente que não há como desmerecer o esforço do diretor em entregar o melhor de si e do elenco... a cena da primeira luta com a relação entre Rocky e Adonis é tão legal, que não precisava de outro final combativo. É nesse momento que toda tentativa de firmação da marca Creed, quase põe o resultado de tudo que foi trabalhado no lixo. Bom seria se não houvessem as extensões estragando o que de honesto se obteve aqui. Por fim, o Stallone perdeu uma ótima oportunidade de se aposentar cercado pelos holofortes.
Avaliação em nota: 7.4
O filme foi uma tentativa bem intencionada de ressuscitar e honrar uma franquia "Rocky" trazendo Adonis Johnson como herdeiro do legado do icônico Apollo Creed, convencendo o envelhecido Rocky Balboa a treiná-lo.
No papel a ideia podia parecer boa mas na prática o filme fica longe de causar o mesmo impacto que a franquia original teve. O protagonista da vez é esforçado mas totalmente sem carisma e o "vilão" é pateticamente inexpressivo em comparação aos adversários antigos do Rocky que eram figuras imponentes e ao mesmo tempo excêntricas o suficiente para serem lembradas até hoje pelos fãs.
O roteiro é outro problema por repetir descaradamente a fórmula antiga, com um lutador renegado que tem que superar desconfianças e dramas pessoais no meio do caminho (com direito ao romancezinho cafona) até chegar a última luta (muito bem filmada e violenta) onde o azarão mostra seu valor após uma ascensão inverossímil na carreira. Tudo é copiado para mexer com a nostalgia dos fãs mas tudo parece requentado e sem graça, como por exemplo a sequência sem inspiração do treinamento pesado.
A premissa dos pais do Adonis terem abandonado o menino também fica muito mal explicada na trama, fazendo toda a jornada do personagem perder força e relevância pela falta de desenvolvimento.
Sylvester Stallone faz o que pode no papel de coadjuvante mas sem muito brilho, claramente cumprindo apenas sua função de tentar passar o bastão pra frente.
Enfim, vale pela nostalgia de rever um personagem tão lendário de volta às telas, mas não é um filme que deixa saudades e nem merecia as continuações que teve.
Vi a Primeira Vez Em Um Site de Filmes Online,A Segunda ontem a Noite na Netflix,Desde que li a Primeira Vez A Premissa desse filme em um site, Achei a ideia de Rocky Que foi treinado por seu adversário nos filmes Anteriores .Apolo Creed (depois da morte do seu treinador ) no terceiro filme , Treinar o filho dele Adonis Bem interessante, A Relação Rocky -Adonis e mesmo de Pai e Filho,(A Cena dos dois subindo a Escadaria juntos Foi mesmo tocante),Adonis e um personagem marcante de personalidade Forte, Um Digno Herdeiro da franquia Rocky(Alias vi o esforço de Adonis em se mostrar Alguém Digno Do Legado do pai que nunca conheceu ,como do filme em se mostrar digno de continuar o legado da franquia Rocky), A Luta final foi mesmo Emocionante !.A Franquia Creed começou com o Pé Direito no Cinema!
Ps-Valeu também por Revelar quem Foi Vencedor da Ultima Luta entre Rocky e Apolo no final DE Rocky 3.
Pra mim, é o Rocky da era moderna. Muito bom filme, muito bem filme, muito inteligente a forma como deram sequência ao universo de Rocky.
Revisto em 05/06/2026
Que aula de como reviver uma franquia! O filme tem uma energia própria e absurda, mas mantém todo o coração da saga Rocky. Michael B. Jordan entrega um protagonista gigante e a química dele com o Stallone é emocionante demais. Fora as cenas de luta, que são viscerais — aquele plano-sequência no meio do filme é cinema puro.