Essa Temp. ao meu ver melhor que a 1º, aqui tem historias mais legais , algumas fazendo ótimas homenagens aos classicos Evil Dead e Expresso do horror , outras bem malucas ,sem pé nem cabeça porem divertidas, só não gostei das feitas em animação.
Por enquanto só assisti essa temporada, os episódios que mais gostei foram: Apagão certo, gritos nos canos, show das criaturas noturnas e metamorfos anônimos.
Segunda temporada do remake da famosa série dos anos 80. Como em todas as antologias a temporada tem episódios bons e outros apenas de medianos para ruins.
Em cada episódio dois contos são apresentados, com exceção do quinto e do sétimo em que temos apenas uma narrativa. Mantendo a transição entre as histórias com a clássica caveira e uma simulação de quadrinhos.
Algo comum em quase todos os contos é que os personagens com desvios de caráter são sempre punidos. Egoístas, abusivos, assassinos, desonestos quase sempre encontram um final trágico. Essa “lição de moral” também era comum nos filmes de antologia de décadas anteriores como aqueles dos anos 60, quando estes filmes em episódios eram bem comuns . ALGUNS SPOILERS!
Episódio 1 "Garoto modelo" - Um garoto fanático por filmes de terror e bonecos de animação realiza vingança contra o tio abusivo e violento. "TV aberta dos mortos" - o caos é instalado num estúdio de TV quando um livro misterioso revive um demônio secular. Muito humor negro envolvendo a selvagem busca pela audiência.
Episódio 2 "Mortos e café da manhã" - uma mulher quer explorar a casa que foi da sua avó, uma famosa serial killer. Crítica humorada à cultura de celebração à assassinos seriais. "Pesticida" - narrativa nonsense sobre um exterminador de insetos.
Episódio 3 “Apagão certo” – o melhor episódio da temporada ao lado de “Show das criaturas noturnas”, narrativa que intriga com final impactante. Alegoria sobre como o egoísmo humano pode ser responsável pelo final do mundo e da raça humana. “Rivalidade entre irmãos” – Conto de vampiros adolescentes, não empolga.
Episódio 4 “Gritos nos canos” – episódio daqueles com efeitos especiais que causam nojo, em que os moradores de um edifício se vingam de sua proprietária cruel. “Dentro das paredes da loucura” – intrigante episódio sobre um homem acusado de um massacre e que mostra a todos que não era louco. Para mim seria mais interessante se o final não fosse tão explícito e ficasse num meio termo entre loucura e sobrenatural.
Episódio 5
“Show das criaturas noturnas” – o melhor episódio da temporada (ao lado de “Apagão certo”). Um divertido e genial exercício de metalinguagem. Um cientista inventa uma máquina que o habilita a entrar no filme de sua preferência, no caso a produção de 1972 “Expresso do horror” com os icônicos Peter Cushing e Christopher Lee. O final é inteligente e muito divertido mas com dispensáveis dois minutos adicionais.
Episódio 6 “Tipo de sobrevivente” – episódio produzido totalmente em animação. Um homem fica preso em uma ilhota deserta e ao não ter mais alimentos toma uma decisão radical para tentar sobreviver. O cara era um médico escroto que vendia receitas e traficava drogas, novamente outro personagem mau caráter que é castigado. Baseado em conto de Stephen King. “Twitando do circo dos mortos” – outro episódio produzido totalmente em animação. Divertida narrativa sobre uma entediada garota cuja família resolve parar o carro durante uma viagem em um circo muito estranho com consequências terríveis.
Episódio 7 “Metamorfos anônimos” – seres que se transformam em lobisomens e outros “animais” e travam uma batalha contra papai-noéis demoníacos. Achei a história longa e infantilóide. Este era um conto que poderia ter se resumido a 20 minutos.
Essa Temp. ao meu ver melhor que a 1º, aqui tem historias mais legais , algumas fazendo ótimas homenagens aos classicos Evil Dead e Expresso do horror , outras bem malucas ,sem pé nem cabeça porem divertidas, só não gostei das feitas em animação.
Passatempo com um deliciosa.cereja de bolo: o episódio em homenagem a Evil Dead.
Por enquanto só assisti essa temporada, os episódios que mais gostei foram: Apagão certo, gritos nos canos, show das criaturas noturnas e metamorfos anônimos.
Segunda temporada do remake da famosa série dos anos 80. Como em todas as antologias a temporada tem episódios bons e outros apenas de medianos para ruins.
Em cada episódio dois contos são apresentados, com exceção do quinto e do sétimo em que temos apenas uma narrativa. Mantendo a transição entre as histórias com a clássica caveira e uma simulação de quadrinhos.
Algo comum em quase todos os contos é que os personagens com desvios de caráter são sempre punidos. Egoístas, abusivos, assassinos, desonestos quase sempre encontram um final trágico. Essa “lição de moral” também era comum nos filmes de antologia de décadas anteriores como aqueles dos anos 60, quando estes filmes em episódios eram bem comuns
.
ALGUNS SPOILERS!
Episódio 1
"Garoto modelo" - Um garoto fanático por filmes de terror e bonecos de animação realiza vingança contra o tio abusivo e violento.
"TV aberta dos mortos" - o caos é instalado num estúdio de TV quando um livro misterioso revive um demônio secular. Muito humor negro envolvendo a selvagem busca pela audiência.
Episódio 2 "Mortos e café da manhã" - uma mulher quer explorar a casa que foi da sua avó, uma famosa serial killer. Crítica humorada à cultura de celebração à assassinos seriais.
"Pesticida" - narrativa nonsense sobre um exterminador de insetos.
Episódio 3 “Apagão certo” – o melhor episódio da temporada ao lado de “Show das criaturas noturnas”, narrativa que intriga com final impactante. Alegoria sobre como o egoísmo humano pode ser responsável pelo final do mundo e da raça humana. “Rivalidade entre irmãos” – Conto de vampiros adolescentes, não empolga.
Episódio 4
“Gritos nos canos” – episódio daqueles com efeitos especiais que causam nojo, em que os moradores de um edifício se vingam de sua proprietária cruel.
“Dentro das paredes da loucura” – intrigante episódio sobre um homem acusado de um massacre e que mostra a todos que não era louco. Para mim seria mais interessante se o final não fosse tão explícito e ficasse num meio termo entre loucura e sobrenatural.
Episódio 5
“Show das criaturas noturnas” – o melhor episódio da temporada (ao lado de “Apagão certo”). Um divertido e genial exercício de metalinguagem. Um cientista inventa uma máquina que o habilita a entrar no filme de sua preferência, no caso a produção de 1972 “Expresso do horror” com os icônicos Peter Cushing e Christopher Lee. O final é inteligente e muito divertido mas com dispensáveis dois minutos adicionais.
Episódio 6
“Tipo de sobrevivente” – episódio produzido totalmente em animação. Um homem fica preso em uma ilhota deserta e ao não ter mais alimentos toma uma decisão radical para tentar sobreviver. O cara era um médico escroto que vendia receitas e traficava drogas, novamente outro personagem mau caráter que é castigado. Baseado em conto de Stephen King.
“Twitando do circo dos mortos” – outro episódio produzido totalmente em animação. Divertida narrativa sobre uma entediada garota cuja família resolve parar o carro durante uma viagem em um circo muito estranho com consequências terríveis.
Episódio 7
“Metamorfos anônimos” – seres que se transformam em lobisomens e outros “animais” e travam uma batalha contra papai-noéis demoníacos. Achei a história longa e infantilóide. Este era um conto que poderia ter se resumido a 20 minutos.
Bem mais ou menos, mas teve uma ou outra história que amei (como a do astronauta).