Um ex-detetive de homicídios de Los Angeles, Jesse Stone (Tom Selleck), deixou o emprego e o casamento e se tornou chefe de polícia em Paradise, Massachussetts, uma cidade com pouco mais de 25 mil habitantes. A tranqüilidade do lugar é quebrada quando um policial, Luther Simpson (Kohl Sudduth), encontra nas rochas perto do mar o corpo de Kenneth Eisley (Chris Killam), que foi morto com dois tiros no peito. Paralelamente uma jovem, Candace Pennington (Alexis Dziena), é estuprada por "colegas" de colégio. Logo depois Barbara Carey (Cindy Sampson) é morta da mesma forma. Não há a menor conexão entre Kenneth e Barbara, pois os crimes estão sendo cometidos de forma totalmente aleatória.
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[Lembrete para mim mesmo]
Achei o filme bem comum (até para sua época), sem nada demais que "salte os olhos", sendo bastante esquecível, e hoje em dia, esse tipo de trama já está mais do que batida.
Nem tem muito o que comentar, comento mais para me auxiliar, e ativar a memória que "já vi esse filme" e não tem nada demais.
Ele começa bem, com um clima legal de suspense, uma fotografia azulada em um tempo quase chuvoso, numa filmagem noturna de ruas vazias, para dar aquele tom (certo) de isolamento, melancolia e solidão. Mas depois de algum (pouco) tempo começa a mostrar suas fragilidades, e em vez de manter esse clima inicial e maximizar suas qualidades, o filme resolve tomar um "rumo mais novelesco". Você logo de cara já sabe quem são os vilões, já sabe suas motivações (idiotas), já sabe o destino da "mocinha". Tendo atuações que variam de ruins pra fracas, já outras completamente "overreacting" (reações exageradas). É cara de mauzão "porque sim", é cara de sonso e deboche pra enfatizar, são "feições da malvadeza" pra ilustrar, atitudes "nada suspeitas" e incoerentes, para não deixar duvidas de quem é "o bicho ruim" e quem é "mocinho" (caso tu não saiba distinguir), o que engessa a trama, atrofia a narrativa, e a joga em um campo (quase) cartunesco e preguiçoso, além de subestimar seu público, o chamando de "burro" nas entrelinhas com esses clichês infantis básicos e vagabundos.
Fora que o filme é um longa metragem pra Tv, com andamento de novela, roteiro vindo de livro, e orçamento (claramente) limitado de episódio de série, que não se decide o que vai ser e se adapta muito mal, pensando erroneamente se tratar de um longa metragem de cinema. Essa dissonância é sentida e incomoda, tanto em sua narrativa quanto no seu tom, além de coisas bem gratuitas/manjadas e cansativas/afetadas desse tipo de gênero "assassinato/policial/investigativo".
Jesse Stone diz:
"Eu sou policial, eu sei de tudo". E é isso... O bigodudo fedendo a álcool, "comedor", que "não liga pra nada", só para seus valores morais (bons) inquebráveis, que tenta criar aquela empatia no público de sempre. O que já foi feito várias e várias vezes de forma muito melhor em outras produções no passado... Não dá muito certo.
"Tom Selleck" é um ator simpático mas acho "boring" (entediante) e limitado, que sinceramente, faz o mesmo personagem de sempre, já calejado. Muito cansativo. Pelo menos paga as contas dele...
Enfim... é o tipo de filme que pode até distrair em um dia despretensioso, ou pra quem ainda gosta desse tipo de trama. Mas pra mim, esse tipo de traminha regurgitada já cansou demais! Nem ao menos achei atrativa ou interessante. "Tom" por mais "chato" que seja (mais do mesmo) é o melhor que tem na trama, mas seu personagem não é muito interessante (quanto acha que é) e não pode/consegue salvar a trama sozinho.
Apesar de ter 86 minutos (o que não é doloroso), seu ritmo é enjoativo, cansativo, não prende. Tu não se sente intrigado, interessado, instigado com/pela a trama, e nenhum outro personagem se faz interessante. Enfim.. chega. Já deu. É só isso mesmo.
Visto dia 07-11-2025
Não curti! Não recomendaria. Comum, banal, sem graça, personagens antipáticos... mesmice de sempre sem atrativos... Não achei divertido, nem instigante. Se o livro é chato assim, passo longe!
1 estrela pela mera curiosidade. Só.
Dois psicopatas
É um bom passatempo, com um elenco muito bem escolhido. Antecipa as séries criminais que veríamos ao monte logo depois. Agora estou curioso para o segundo filme.
Revendo mais uma vez este filme e a cada vez que faço isso, ele parece que fica melhor e consequentemente não consigo enjoar dele, muito pelo contrário!
Por isso, sou meio suspeito para avaliar este filme (o primeiro da série televisiva Jesse Stone).
"Crimes no Paraíso" é baseado na consagrada obra do famoso escritor Robert B. Parker e ele é o primeiro filme da série.
O filme foi lançado em dvd aqui no Brasil, mas na cronologia de Crimes no Paraíso/Jesse Stone, este filme é o segundo da história. Assistam "Crimes no Paraíso - Travessia Noturna" (feito 1 ano depois desse filme) para entender o que eu estou dizendo.
Estrelado pelo excelente ator Tom Selleck que está perfeito no papel do chefe de polícia Jesse Stone.
Parece que o filme foi feito pra ele!
O filme tem nomes interessantes em seu elenco, como é o caso do veterano ator Stephen McHattie, o jovem ator Kohl Sudduth, a jovem atriz Alexis Dziena, a veterana, mas muito charmosa e sensual Mimi Rogers, a lindíssima Polly Shannon e para fechar o elenco a excelente atriz Viola Davis, ainda no início de carreira e antes de despontar para o estrelato de Hollywood e tornar-se umas das atrizes mais requisitadas e premiadas da atualidade.
Se você ainda não conhece este filme, assista que vale muito a pena!
O filme, como todos da série "Jesse Stone" tem um estilo meio "paradão", com pouca ação, tiros, mas ao mesmo tempo é o tipo de filme que prende você em frente a TV até o final da história, além dele contar com um ótimo elenco, roteiro, direção e excelentes diálogos!
Os atores deste filme se encaixaram perfeitamente com seus respectivos personagens.
Parece até que os mesmo foram criados especialmente para cada um deles!
A direção ficou nas mãos do competente diretor Robert Harmon, responsável por todos os filmes da série "Crimes no Paraíso/Jesse Stone".
Recomendadíssimo para ter na coleção!
Ano - 2005
filme tranquilo de assistir. desperta curiosidade do desfecho da história. como acontece duas histórias paralelas, senti falta do cumprimento de uma das histórias. indico.