Tem um pouco de conveniências sem sentido no roteiro para a história andar, o que no primeiro filme não tinha, mas ainda assim, um filme muito bom, com cenas muito emocionantes e muita aventura. Uma delícia de filme. Adoro o fato de terem inserido magia no Papai Noel, me lembra Harry Potter.
O vilão é uma criança birrenta ? A estória está muitíssimo mais forçada dessa vez e por consequência mais sem graça. Sem contar que os elfos são escravos como em harry potter e a vila do Santa claus tá igual Hogsmeade
Com o sucesso de ‘Crônicas de Natal’ (2018), era inevitável uma continuação. Dois anos depois, a Netflix, produtora original, realizou essa segunda parte, uma continuação com mais fantasia e perigos, inferior ao original, mas que nessa época de fim de ano funciona, pelo clima de amenidades e sonhos que o Natal provoca nas pessoas. Retornam o elenco original os jovens Darby Camp e Judah Lewis, como os irmãos, agora crescidos, e Kurt Russell como o Papai Noel. Os três se reúnem novamente para acabar com os poderes de um rapaz encrenqueiro que quer eliminar o Natal do calendário – ele usa uma luva mágica destruidora e tem como aliados elfos do mal. Goldie Hawn, esposa de Kurt Russell na vida real, ganha mais destaque como a Mamãe Noel, que se dispõe a sair do Polo Norte para ajudar o marido e as crianças, ao lado de seus elfos bonzinhos. É mais uma aventura com fantasia – ou como os americanos chamam, ‘a family movie’, cheia de peripécias, perseguições de trenós, animais fantásticos e criaturas numa luta do bem contra o mal. Sempre mostrado de maneira lúdica e divertida. Além do elenco, voltam os mesmos produtores, com a substituição do diretor, que agora é o mestre dos filmes infantis dos anos 90 Chris Columbus, de ‘Esqueceram de mim 1 e 2’ (1990 e 1992), ‘Uma babá quase perfeita’ (1993), e do primeiro filme da franquia Harry Potter, ‘Harry Potter e a pedra filosofal’ (2001). Da Netflix, disponível no catálogo da produtora/distribuidora.
Tem um pouco de conveniências sem sentido no roteiro para a história andar, o que no primeiro filme não tinha, mas ainda assim, um filme muito bom, com cenas muito emocionantes e muita aventura. Uma delícia de filme. Adoro o fato de terem inserido magia no Papai Noel, me lembra Harry Potter.
Gostei bem mais do primeiro, mas esse é legal também, sustenta toda a magia do Natal.
Tão mágico e divertido quanto o primeiro. Só não curti tanto o vilão, apenas uma criança birrenta kkkkkk
O vilão é uma criança birrenta ?
A estória está muitíssimo mais forçada dessa vez e por consequência mais sem graça.
Sem contar que os elfos são escravos como em harry potter e a vila do Santa claus tá igual Hogsmeade
Com o sucesso de ‘Crônicas de Natal’ (2018), era inevitável uma continuação. Dois anos depois, a Netflix, produtora original, realizou essa segunda parte, uma continuação com mais fantasia e perigos, inferior ao original, mas que nessa época de fim de ano funciona, pelo clima de amenidades e sonhos que o Natal provoca nas pessoas. Retornam o elenco original os jovens Darby Camp e Judah Lewis, como os irmãos, agora crescidos, e Kurt Russell como o Papai Noel. Os três se reúnem novamente para acabar com os poderes de um rapaz encrenqueiro que quer eliminar o Natal do calendário – ele usa uma luva mágica destruidora e tem como aliados elfos do mal. Goldie Hawn, esposa de Kurt Russell na vida real, ganha mais destaque como a Mamãe Noel, que se dispõe a sair do Polo Norte para ajudar o marido e as crianças, ao lado de seus elfos bonzinhos.
É mais uma aventura com fantasia – ou como os americanos chamam, ‘a family movie’, cheia de peripécias, perseguições de trenós, animais fantásticos e criaturas numa luta do bem contra o mal. Sempre mostrado de maneira lúdica e divertida.
Além do elenco, voltam os mesmos produtores, com a substituição do diretor, que agora é o mestre dos filmes infantis dos anos 90 Chris Columbus, de ‘Esqueceram de mim 1 e 2’ (1990 e 1992), ‘Uma babá quase perfeita’ (1993), e do primeiro filme da franquia Harry Potter, ‘Harry Potter e a pedra filosofal’ (2001). Da Netflix, disponível no catálogo da produtora/distribuidora.
POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB