Neal Mottram é um desequilibrado antiquário londrino que oferece sacrifícios humanos ao deus africano Chuku em troca de dinheiro e proteção. Para tanto, ele caça belas garotas pela noite.
Mais um filme irregular dirigido por Freddie Francis, de moto que, achava que fosse melhor, levando em consideração da fama de seu idealizador e do elenco de envolvido. Jack Palance está deveras caricatural em sua interpretação, exagerando nalguns momentos como no momento que está cultuando ao Deus africano. Diana Dors (gorda) e Suzy Kendall não tem muito a fazer. O clima setentista e psicodélico é notório com cores vibrantes e roupas estampadas. No geral tem um bom clima, mas não passa disso.
As mortes on screen com a presença de sangue são até ousadas para a época, mas de resto o filme pouco impressiona. O roteiro serviria bem para uma obra mais curta, lembrando muito a trama de uma das histórias da antologias ou séries antológicas de terror populares na época. Por exemplo, toda aquela trama envolvendo a criação do álibi e execução do assassinato consome um tempo gigantesco. Pelo menos a versão VHS lançada aqui no Brasil tem uma capa linda. Nota: 7.0.
Revi novamente essa obra de cópia disponibilizada na internet de algum VHS. Valeu a pena após 21 anos de espera - pois vi esse filme pela primeira vez em uma madrugada na sessão do SBT em 1996 - revê-lo. Vi nuances que não tinha captado na década de 90. Primeiro: a relação homoerótica do Palance com seu assistente. Segundo: o crescente em devoção ao maligno pelo Palance que o torna no final completamente sem noção de tanta merda que está fazendo e, por fim, a caricatura atuação dele. É um show de canastrice. Não sei se ele estava pouco à vontade no papel e o interpretou dessa forma para zombar, ou se era mesmo esse seu interesse, de fazer um psicopata bem chinelão. No mais: mais uma baita produção inglesa de suspense regida pelo grande Freddie Francis.
Conheci "Demência" através do SBT, em torno de 1996/1997, que o exibiu num sábado em início de madrugada. O ritmo cai um pouco no decorrer do filme, mas o início e os momentos finais valem a conferida. A atuação caricata de Jack Palance ora atrapalha, ora até contribui para os exageros do filme. As cenas de gore são até razoavelmente legais, levando em conta a época que foi feito. No elenco, a bela loira Diana Dors, uma espécie de "Marilyn Monroe" inglesa, hehe.
Mais um filme irregular dirigido por Freddie Francis, de moto que, achava que fosse melhor, levando em consideração da fama de seu idealizador e do elenco de envolvido. Jack Palance está deveras caricatural em sua interpretação, exagerando nalguns momentos como no momento que está cultuando ao Deus africano. Diana Dors (gorda) e Suzy Kendall não tem muito a fazer. O clima setentista e psicodélico é notório com cores vibrantes e roupas estampadas. No geral tem um bom clima, mas não passa disso.
Um clássico, além da lenda Palance no elenco temos a direção do especialista Freddie Francis envolvido grandes trabalhos da Hammer.
As mortes on screen com a presença de sangue são até ousadas para a época, mas de resto o filme pouco impressiona. O roteiro serviria bem para uma obra mais curta, lembrando muito a trama de uma das histórias da antologias ou séries antológicas de terror populares na época. Por exemplo, toda aquela trama envolvendo a criação do álibi e execução do assassinato consome um tempo gigantesco. Pelo menos a versão VHS lançada aqui no Brasil tem uma capa linda.
Nota: 7.0.
Revi novamente essa obra de cópia disponibilizada na internet de algum VHS. Valeu a pena após 21 anos de espera - pois vi esse filme pela primeira vez em uma madrugada na sessão do SBT em 1996 - revê-lo. Vi nuances que não tinha captado na década de 90. Primeiro: a relação homoerótica do Palance com seu assistente. Segundo: o crescente em devoção ao maligno pelo Palance que o torna no final completamente sem noção de tanta merda que está fazendo e, por fim, a caricatura atuação dele. É um show de canastrice. Não sei se ele estava pouco à vontade no papel e o interpretou dessa forma para zombar, ou se era mesmo esse seu interesse, de fazer um psicopata bem chinelão. No mais: mais uma baita produção inglesa de suspense regida pelo grande Freddie Francis.
Conheci "Demência" através do SBT, em torno de 1996/1997, que o exibiu num sábado em início de madrugada. O ritmo cai um pouco no decorrer do filme, mas o início e os momentos finais valem a conferida. A atuação caricata de Jack Palance ora atrapalha, ora até contribui para os exageros do filme. As cenas de gore são até razoavelmente legais, levando em conta a época que foi feito. No elenco, a bela loira Diana Dors, uma espécie de "Marilyn Monroe" inglesa, hehe.