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Sinopse
Enquanto Dorothy não acredita nos homens, Eddie economiza dinheiro para abrir uma loja de consertos. Quando os dois se encontram acabam se dando bem. Eles resolvem se casar, mas logo os problemas começam.
Absolutamente surpreso e arrebatado por conta deste filme: o título original promete algo completamente distinto do que encontrei: a personagem de Sally Eilers está longe de ser má (ainda que torne-se chata depois do que acontece no título brasileiro) e suas tiradas anti-machistas, no começo, são audaciosas, aplicando-me muito bem ao que ainda acontece, hoje em dia. A coadjuvação de Minna Gombell é ótima (as crenas com o filho são incríveis) e o modo teatralizado como a encenação enfrenta com esperança a miséria cotidiana é sobremaneira auspiciosa, tendo muito em comum com NO TURBILHAÕ DA METRÓPOLE, realizado no mesmo ano. Já tinha visto alguns filmes do Borzage, mas nunca tinha percebido o quão "autoral" ele é, no manuseio da triangularidade sutil que atravessa um casal e uma dupla de melhores amigas. Ótima condução directiva e enquadramentos fotográficos inspiradíssimos (vide a extraordinária seqüência do desfile de vestidos de noiva). Só não é melhor porque a troca de suspeitas e acusações, depois que se instaura a temática da gravidez, soou-me pseudo-conciliadora. Mas ri de espanto com as pegadinhas da enfermeira do berçário (quem diria que alguém poderia fazer piada naquela situação! - risos)... Surpreendente e mui necessário, inclusive politicamente (por mais concessivo e condescendente que ele seja, no que tange às ideologias que antecederam o New Deal). Há gérmens feministas de primeiríssimo quilate aqui, por mais que a direção e o roteiro sejam masculinos (ao contrário do argumento, baseado num popular romance de Viña Delmar). Recomendo entusiástica e efusivamente! (WPC>)
Tem um ótimo começo, mas depois decai, ainda que seja um bom filme. Frank Borzage tem uma boa direção. É apenas o segundo filme que vejo dele (o outro foi Adeus às Armas) e quero ver outros filmes dele. O roteiro é bom no desenvolvimento do casal. E isso se dá também pelas ótimas atuações de James Dunn e Sally Eilers. Bom filme, mas nada além disso.
Começou me chamando atenção por alguns belos travellings mas a história do casal em nenhum momento conseguiu me despertar verdadeiro interesse, tanto que acho que perdi muito dos diálogos. No geral, é bem desgastante e pouco relevante.
Uma história muito chata de falta de comunicação no casamento, com uma protagonista feminina insuportável, mas com final feliz como normalmente acontecia na época. Nota 4,0.
Esse Borzage gostava desse negócio de conhecer num dia e casar no outro hein? kkk Segundo filme dele que assisto que acontece isso. E também não entendi a lógica do título do filme em inglês: Bad Girl. No mais, até que gostei bem.
Absolutamente surpreso e arrebatado por conta deste filme: o título original promete algo completamente distinto do que encontrei: a personagem de Sally Eilers está longe de ser má (ainda que torne-se chata depois do que acontece no título brasileiro) e suas tiradas anti-machistas, no começo, são audaciosas, aplicando-me muito bem ao que ainda acontece, hoje em dia. A coadjuvação de Minna Gombell é ótima (as crenas com o filho são incríveis) e o modo teatralizado como a encenação enfrenta com esperança a miséria cotidiana é sobremaneira auspiciosa, tendo muito em comum com NO TURBILHAÕ DA METRÓPOLE, realizado no mesmo ano. Já tinha visto alguns filmes do Borzage, mas nunca tinha percebido o quão "autoral" ele é, no manuseio da triangularidade sutil que atravessa um casal e uma dupla de melhores amigas. Ótima condução directiva e enquadramentos fotográficos inspiradíssimos (vide a extraordinária seqüência do desfile de vestidos de noiva). Só não é melhor porque a troca de suspeitas e acusações, depois que se instaura a temática da gravidez, soou-me pseudo-conciliadora. Mas ri de espanto com as pegadinhas da enfermeira do berçário (quem diria que alguém poderia fazer piada naquela situação! - risos)... Surpreendente e mui necessário, inclusive politicamente (por mais concessivo e condescendente que ele seja, no que tange às ideologias que antecederam o New Deal). Há gérmens feministas de primeiríssimo quilate aqui, por mais que a direção e o roteiro sejam masculinos (ao contrário do argumento, baseado num popular romance de Viña Delmar). Recomendo entusiástica e efusivamente! (WPC>)
Tem um ótimo começo, mas depois decai, ainda que seja um bom filme. Frank Borzage tem uma boa direção. É apenas o segundo filme que vejo dele (o outro foi Adeus às Armas) e quero ver outros filmes dele. O roteiro é bom no desenvolvimento do casal. E isso se dá também pelas ótimas atuações de James Dunn e Sally Eilers. Bom filme, mas nada além disso.
Começou me chamando atenção por alguns belos travellings mas a história do casal em nenhum momento conseguiu me despertar verdadeiro interesse, tanto que acho que perdi muito dos diálogos. No geral, é bem desgastante e pouco relevante.
Uma história muito chata de falta de comunicação no casamento, com uma protagonista feminina insuportável, mas com final feliz como normalmente acontecia na época. Nota 4,0.
Esse Borzage gostava desse negócio de conhecer num dia e casar no outro hein? kkk Segundo filme dele que assisto que acontece isso.
E também não entendi a lógica do título do filme em inglês: Bad Girl.
No mais, até que gostei bem.