O filme conta a história de dois irmãos, Inês e Rafael. Desde o divórcio dos pais, a família nunca voltou a ver Rafael. Inês foge de casa à procura dele quando lhe dizem que ele voltou à praia do Guincho para surfar. Rafael é um ex-campeão de surf que todos os dias entra nas ondas perigosas testando os limites da sua vida. A praia do Guincho os junta numa promessa de paraíso na terra, pois foi o último lugar onde a família deles viveu junta e feliz. Mas Inês é surpreendida ao ver o irmão olhar fixamente para a Serra de Sintra, onde está o Convento dos Capuchos que foi seu refúgio em outros tempos, e teme que isso tenha trazido de volta as memórias da separação dos pais.
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A sinopse é promissora. E admito que apreciei deveras o caráter de filme-fluxo nas cenas de prece subaquática. Mas a alternância de cotidianos entre os dois irmãos acentua a precariedade dos vínculos narrativos e a fragilidade do roteiro de Joaquim Sapinho, que revela uma direção indecisa, literalmente sem saber o que mostrar, contar, imbuir no espectador. As seqüências de autoflagelação são pavorosas e as situações protagonizadas por Inês são quase desnecessárias, de tão dramaturgicamente nulas. Sobra o interesse convertido em anseio bizarro no acompanhamento da conversão de Rafael, afinal não correspondido. O desfecho é anticlimático, como quase todo o filme, afinal. Ritmo insuportável: parecia que não terminava nunca! Uma decepção. Infelizmente... (WPC>)
Achei bem chato!