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Data de lançamento
5 Ago. 2010Duração
Danielle (Juno Temple) é uma adolescente estudante da High School em 1980. Ela discute sempre com sua mãe (Milla Jovovich), que está prestes a se casar novamente, e em meio ao caos a garota se torna amiga de Clarke (Dozier. Juntos, eles fogem no carro do pai de Clarke e embarcam em uma viagem para Los Angeles , onde Danielle espera encontrar o seu pai.
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Dirty Girl - 8/10
Road movie bem bacaninha, engraçadinho. É um filme que se passa nos anos 80 e parece ser aqueles filmes do John Hughes, mas com um tempero dos anos 2000. Juno Temple bem novinha como a persongem principal vivendo a filha da Milla Jovovich.
🎶 Don't cry out loud
Just keep it inside,
Learn how to hide your
Feelings
Fly high and proud
And if you should fall,
Remember you almost had it
All 🎶
DIRTY GIRL
Direção: Abe Sylvia
Ano: 2010
Assistido em: 25/08/2024
Tem filmes que assim que começam a subir os créditos, fazem surgir um único questionamento em nossas cabeças: "isso só pode ter sido lavagem de dinheiro”. E foi justamente isso que pensei com Dirty Girl, um longa que até tem boas intenções, mas cuja execução foi tão torta, que não dá para acreditar que conseguiram entregar algo tão insosso como isso.
Na década de 1980, Danielle e Clarke, dois adolescentes deslocados, enfrentam diversos desafios e aprendem a lidar com seus próprios problemas, enquanto formam uma improvável amizade em meio a uma viagem para Califórnia.
Vi muita gente falando da linda mensagem que o filme traz, de não julgarmos as pessoas pelo que elas aparentam ser, da importância da descoberta, de amadurecimento, e blá blá blá, tudo isso é válido, são assuntos que valem a pena serem abordados, principalmente a questão da homossexualidade em plena década de 1980, mas o problema é que tudo é muito mal feito, o roteiro é bem qualquer nota, os acontecimentos são todos fracos. O filme anda, anda e parece que não sai do lugar, a direção é horrível e tem atores aí que minha nossa senhora, horríveis.
Os anos 80 se tornaram a galinha dos ovos de ouro de Hollywood, aliás não só essa década em específico, mas tudo que se refere a nostalgia, já que as pessoas gostam de sentir essa emoção que é reconfortante e triste ao mesmo tempo, e sendo esse filme lançado em 2010, creio que ele nem soube explorar todo o poder da década de 1980, caso ele tivesse sido lançado hoje, teria muito mais referências, mais músicas, mais elementos que simbolizam e marcam esse período tão icônico.
Para dizer que nada chamou minha atenção, a cena do lindo do Nicholas D’Agosto fazendo striptease em cima do carro é a única memorável, mas fora isso, todo o resto é previsível, desinteressante, insosso, enfim, é um filminho bem bobinho que tentou ser um coming of age, mas fracassou, e no final saiu detonado pelos críticos e esquecido pelo público
Meu Deus eu estou tão feliz por ter encontrado essa preciosidade que eu tenho certeza que é muito subestimada.
O filme tem essa vibe over the top que é hilária e funciona muito bem com a quimica dos dois atores principais, inclusive, as mãesdele tendo interações durante o filme é com certeza uma das coisas que gostei também e nem saia que precisava,
Mas quando o filme quer te atingir no drama, me acertou olha......
Eu já esperava que o reencontro com o pai estava fadado ao fracasso, embora ainda foi melhor do que eu esperava porque estava esperando ele ser um abusador ou algo do tipo, mas ver como o daddy issues dela afetou a vida toda e ela tendo aquele choque de realidade que apesar dos pesares, a mãe sempre esteve ali pra ela enquanto ela não seria a filhinha do papai que ela tanto sonhava ter, devastador!!!
O final é a coisa mais piegas do mundo e GRAÇAS A DEUS porque eu precisava de um final piegas mesmo pra me fazer amar esse filme.
Esse final é a catarse da breguisse.