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Década de 50, Saint Tropez. Juliete Christiane Hardy (Brigitte Bardot) é uma jovem orfã com um comportamento bem liberal, que é marginalizada pela sociedade local. Ela é desejada por um milionário, Eric Carradine (Curd Jürgens), mas se sente atraída por um homem da região, Antoine Tardieu (Georges Poujouly). Entretanto, ela acaba se casando com o irmão deste, Michel André Tardieu (Jean-Louis Trintignant).
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Foi o filme q a lançou para o mundo...mas a história é bem fraca.... machistas em alta...só ela é perigosa e que faz as coisas erradas....um dano à sociedade...sei que hoje em dia uma novela das 18h mostra muito mais coisas de ficar de queixo caído....kkkkk. Em memória a BB! 30/12/25.
Uma mulher seguindo seu rumo, homens sedentos e uma cidade praiana linda. Esses são os ingredientes de "E Deus Criou a Mulher", onde desejo e tédio caminham lado a lado.
O filme tem algumas coisas que não envelheceram tão bem, mas dá pra passar o tempo graças a linda fotografia e a protagonista que só quer viver sua vidinha. Confesso que fica meio difícil diferenciar os pretendentes da diva. Tudo igual kk.
Me deu uma vontade de ir à praia...
Filme feito exclusivamente por atuações.A trama é por vezes exagerada e sem rumo.
>Assistido em 16 de Junho de 2025
Bomba! E Brigitte Bardot
E cenas de brigas ridículas.
Conheci minha vida toda este filme de Roger Vadim que toda vida teve um status de "clássico" e muito pela presença magnética de Brigitte Bardot. Entretanto, nunca o tinha visto antes, então, hoje decidi assisti-lo. Como bem disseram abaixo; 'fui com muita sede ao pote' e não vi nada que marcasse este filme como "clássico" a não ser a presença e beleza da Brigitte Bardot. O roteiro é ruim, as atuações são meia-boca, as situações envolvendo os personagens principais são mornas, a não ser o terço final que fica um pouco mais interessante. E o que mais incomodou-me foi o excesso de moralismo nalguns personagens, sobretudo, os masculinos. Só mesmo a Brigitte Bardot para alavancar este filme minguado do Roger Vadim e colocá-lo num status de "classico'. E o próprio cineasta o refilmaria na década de 80 com Rebecca De Monay no papel principal. Não sei se encararia a sessão me baseando por este original que já não foi grande coisa.