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Data de lançamento
26 Fev. 2026Duração
"Pasqualina, 91 anos, é uma senhora cheia de vida que mora numa casa de repouso e não possui mais parentes vivos. Certo dia, decide fugir para se lançar em uma aventura: reencontrar um antigo amor do passado. Nessa jornada, conhece Petrolina, ou Pety, uma menina de 8 anos que sente falta de ter uma avó. A amizade entre as duas muda suas vidas - e Pety, surpreendentemente, tentará adotar Pasqualina".
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A produção É Tempo de Amoras busca dialogar com o grande público sem menosprezá-lo e, até certo ponto, é bem sucedido em sua proposta. Ao falar sobre envelhecimento, solidão e relações intergeracionais, o roteiro investe na delicadeza e suavidade e consegue emocionar. Não é um filme perfeito (algumas cenas são dispensáveis, a trilha é um tanto invasiva), mas a diretora e roteirista Anahí Borges conduz bem a trama até um bonito final. Outra coisa legal do filme é a presença de atores idosos como Rosa Maria Murtinho, que interpreta Pasqualina, personagem de 91 anos, Antônio Pitanga, Zezé Mota. Na sessão que compareci tinham 7 pessoas.
A premissa ou argumento do filme é muito boa!
Misturar atores veteranos com iniciantes/mirins também é atraente.
Se há algo válido nessa película é trazer à tona questões como envelhecimento, instituições de longa permanência, quebra de vínculos familiares, adoção de maiores civis, gestão do tempo e importância do afeto nas relações com o mundo.
O filme peca, porém, em termos de trilha sonora (ora estridente, ora óbvia, ora desnecessária), qualidade dos diálogos (muito artificiais), densidade e edição típica de novelas de fim de tarde dos anos 1980.
De todo modo, vale conferir nos cinemas e apoiar a indústria cinematográfica nacional.
- muito feliz que direto está aparecendo filmes com pessoas da terceira idade protagonizando, são uma grande parte da nossa população e muitas vezes são deixados de lado
- filme bem bonitinho, rosamaria está ótima! assim como as crianças, principalmente a pety
- pensei que o antonio pitanga e a zezé motta iam aparecer mais, pena
- alguns diálogos são bem artificiais e diretos, falta umas nuances e profundidade, mas é um bom filme