Um jovem pobre e alienado (Farley Granger) foi levado a assassinar um padre quando este se recusou a dar à sua falecida mãe um funeral decente. O filme explora a terrível pobreza que impediu que o jovem se casasse ou que propiciasse à sua mãe o conforto suficiente e o levou ao crime. Dana Andrews representa o assistente compassivo do padre assassinado que traz à tona o arrempendimento do atormentado assassino.
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Bom filme.
Drama policial noir em preto e branco da Samuel Goldwyn Productions e RKO Radio Pictures que foi baseado no romance homônimo de Leo Brady (1917-1984).
A morte de um padre é o ponto de partida para O justiceiro (47), que tem Dana Andrews (1909-1992) como promotor público. Quando Farley Granger (1925-2011) se dirige para a igreja, ele primeiro ouve uma banda de metais tocando a música gospel "Yield not to temptation". Então um coral canta o refrão de outra velha canção gospel, "Bring them in". As letras de ambas as músicas são apropriadas para a situação.
É um filme noir surpreendentemente sombrio e tenso, e isso quer dizer alguma coisa muito atrativa. É também um pouco frustrante, pois poderia ter sido um filme verdadeiramente excepcional, mas teve que se contentar em ser apenas muito bom. Mark Robson (1913-1978) dirige o corpo principal da estória com habilidade e precisão, auxiliado enormemente pela cinematografia imponente e convincente de Harry Stradling (1901-1970). Pode até não ser um filme excelente pra alguns, mas tem mais do que o suficiente para torná-lo imperdível para os fãs do noir, mesmo com alguns poucos defeitos.