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Data de lançamento
7 Out. 2005Duração
Maggie (Cameron Diaz) e Rose Feller (Toni Collette) são duas irmãs que tem em comum apenas o fato de calçarem o mesmo número. Maggie é festeira, detesta estudar, muda constantemente de emprego e acredita que seu melhor talento é atrair os homens. Já Rose é uma advogada bem-sucedida, que trabalha em um dos maiores escritórios da Filadélfia. Aficcionada pelo trabalho, Rose enfrenta problemas com o peso e sempre se sente desconfortável nas roupas que usa. Maggie e Rose, apesar das diferenças, são grandes amigas. Após uma grande briga, elas decidem viajar juntas com a ajuda de sua avó recém-descoberta, Ella Hirsch (Shirley MacLaine), que acreditavam estar morta.
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gostei, mas achei meio mais ou menos kkkkk. a história é boa, só que não me pegou tanto.
Acima da média para mim
Filme regular, serve como passatempo mas nada além disso.
O roteiro poderia ser melhor trabalhado. A explicação para a avó não ter procurado as netas (e vice versa) durante a vida toda não convenceu, parecendo muito conveniente para fazer o roteiro funcionar. Além disso a rápida transição de Maggie de uma jovem fútil e idiota para uma mulher responsável também ficou muito forçada e não dá pra levar a sério.
Mas tirando alguns detalhes o filme aborda bem os traumas familiares e a rivalidade de amor e ódio entre as duas irmãs com personalidades opostas. O filme não carrega tanto no drama e a parte cômica acaba sobressaindo, aproveitando o talento natural da Cameron Diaz para esse tipo de personagem tragicômico.
Além disso vale citar que ela estava no auge da beleza naquela época. Quem não daria casa, comida e roupa lavada para a Maggie?
Curiosidade: O poema de Edward Estlin Cummings "I carry your heart with me" lido no final se tornou muito popular após o filme. Segue a tradução:
Carrego meu coração comigo (eu o carrego no meu)
nunca estou sem ele (onde quer que eu vá, você vai, meu bem;
e o que quer que seja feito apenas por mim, é feitura sua, minha querida)
não temo o destino (pois você é meu destino, meu doce)
não quero o mundo (pois belo, você é meu mundo, meu verdadeiro)
e é você o que quer que uma lua sempre significou
e o que quer que um sol sempre vá cantar é você
aqui está o segredo mais profundo que ninguém sabe
aqui está a raiz da raiz e o broto do broto
e o céu do céu de uma árvore chamada vida; que cresce
mais alto do que a alma pode esperar ou a mente pode esconder
e este é o prodígio que mantém as estrelas separadas
carrego o seu coração (eu o carrego no meu coração).
Puxa vida, achei chatinho.
cara que filme bom, um quentinho no coração