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Data de lançamento
15 Fev. 1984Duração
Sylvia (Sylvia Kristel) sofre uma grande desilusão amorosa e para fugir do namorado, se submete a cirurgia plástica para mudar sua fisionomia completamente. Loira e rejuvenescida, ela se transforma na bela Emmanuelle (Mia Nygren).
Junto de sua psiquiatra, Emmanuelle viaja para o Brasil em busca de novas sensações e se entrega a ardentes aventuras amorosas. Ao se sentir incompleta, ela decide lutar por sua antiga paixão, Marc (Patrick Bauchau), utilizando os seus novos dotes.
A premissa deste filme é surreal e a representação do Brasil e seus habitantes é esquisita, mas pelo menos o filme mantêm a essência da série que sempre procura mostrar cenários exóticos para servirem de pano de fundo para as surubas da Emmanuelle. A história é tão desconexa e fora da realidade que as vezes dá a impressão de que tudo seria só um sonho delirante da personagem.
O roteiro duvidoso mostra Emmanuelle se submetendo a uma cirurgia plástica extrema para mudar de aparência e assim conseguir de alguma forma misteriosa alterar também sua personalidade, esquecendo seu antigo namorado. Ela também usa como pretexto sua mudança física para fazer orgias com certo anonimato. Assim ela viaja para vários recantos do Brasil em busca de prazer e novas experiências sexuais para esquecer seu antigo parceiro. Curiosamente no final toda essa estratégia maluca não dá em nada e ela simplesmente volta para o amante inicial...
Entre tantas bizarrices talvez a mais aleatória seja que escolheram Juiz de Fora como um dos destinos pra Emmanuelle fazer seu tour erótico pelo Brasil. Falando em erotismo este não é o ponto forte do filme, quase não há simulações de sexo. Apesar disto a beleza estonteante da novata Mia Nygen como substituta da veterana Sylvia Kristel acaba compensando.
Mas no fim realmente o filme não é grande coisa, servindo mais como curiosidade pois mostra Sylvia Kristel simbolicamente passando o bastão para outras atrizes continuarem o legado da devassa Emmanuelle.
Emmanuele foi parar no brasil, o país da putaria, certamente se sentiu em casa ou talvez tenha sido demais até mesmo para ela.
Homenagem a Ivo Pitanguy e sua ilha, uma espécie de a Outra Face, Sylvia Kristel só aparece até o início da cirurgia depois outra a atriz a interpreta.
Aonde isso é samba? Só a trilha sonora.
A história em si não tem sentido, principalmente os argumentos nos diálogos, a começar o motivo para fazer a cirurgia e depois sair para Rio de Janeiro e ficar com receio em que seja reconhecida mesmo após a mudança de fisionomia.
Tem quantidade de cenas de nudez considerável mas muito curtas, a sequência do casal na chuva foi a melhor, restante não empolgou.
Bom filme para você !!!!!!!
Esse "Emmanuelle 4" eu também nunca tinha visto. Tem a Sylvia Kristel no elenco mas quem faz a personagem título é a estreante Mia Nygren, que é muito linda mas é fraca e sem carisma. Enfim, um filminho assistível com a lendária personagem.
A quarta parte da série Emmanuelle é a minha menos favorita. Sylvia Kristel aparece brevemente no começo, depois Mia Nygren continua como a nova Emmanuelle ("Les deux visages d'Emmanuelle").
Em uma tentativa de revigorar a franquia, a original Emmanuelle Sylvia Kristel decide fazer uma cirurgia plástica e, ei, o que você sabe, ela acaba parecendo uma mulher 10 anos mais nova. Infelizmente, a recém-chegada tem metade do carisma, mesmo que a atriz Nygren seja bela em fotos, nem tanto nesse filme.
A trama faz com que Emmanuelle Sylvia Kristel original corra para o Brasil para escapar de um homem com quem ela tem um relacionamento, passando por uma cirurgia plástica séria para torná-la 10 anos mais jovem, permitindo que Mia Nygen assuma o papel.
O oxigênio é absolutamente maravilhoso, embora desprovido de talento ou personalidade de atuação. A "nova" Emmanuelle participa de várias sessões de swing e orgias com uma infinidade de homens bronzeados antes de voltar com seu antigo amante, que não percebe quem ela é, e se sente estranhamente o mesmo por ela.
A ação sexual é suave (embora aparentemente parte disso tenha sido filmada como um filme hardcore), e grande parte consiste em uma mulher solitária interpretando o voyeur em uma sessão de sexo e, em seguida, dando a si mesma uma boa foda. Os homens, em sua maioria jovens brasileiros em boa forma, são surpreendentemente atraentes para um filme direto de softcore da época; a cena em que um jovem cavalheiro a cavalo bate na namorada errante de seu irmão antes de levar a nova Emmanuelle para os estábulos é bastante quente. A sequência mais marcante é a nova Emmanuelle sendo perseguida por uma gangue de jovens excitados - ela agarra o "mais animalesco" deles e, quando ele a empurra no chão e sobe em cima dela, ela narra o imortal linhas "Deitado naquele lixão, com aquele bruto em cima de mim, experimentei o clímax mais intenso da minha vida."
Emmanuelle 4 certamente não possui o esplendor visual ou as nuances filosóficas e emocionais da trilogia original; o que resta é tão absurdo e absurdo que é um grito absoluto. Indefensível, mas, a seu modo, bastante memorável. Teria sido ainda mais hilário no lançamento original do cinema em 3D ...