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Duração
Elmer Gantry (Burt Lancaster) é um caixeiro-viajante oportunista, imoral e alcoólatra que é convertido pela Irmã Sharon Falconer (Jean Simmons) e passa a viajar em sua companhia pelos Estados Unidos pregando e explorando novos fiéis. Ricos e famosos, eles constroem um templo, mas Gantry é abalado pelo reencontro com um antigo amor.
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Boas atuações de Burt Lancaster e Jean Simmons; o jeito bonachão de Lancaster, cheio de vigor e histórias engraçadas, é capaz de te vender tudo, inclusive Deus, o que é a grande temática do filme: a lógica mercadológica da religião. Gostei da ambientação, apesar do filme se prender demais a lugares fechados, diminuindo um pouco a força estética de um período que é fascinante por si só, momento peculiar na história dos Estados Unidos onde o avivamento e o messianismo renascem nas brechas de uma sociedade em frangalhos, desamparada e miserável.
Contudo, o filme estende-se além do necessário, e nem o carisma do protagonista consegue te manter interessado pelas quase 2h30. “Elmer Gantry” é como uma longa pregação, depois de um tempo você só quer ir pra casa.
Filme notável, muito bem realizado, sobre uma seita religiosa Maçónica que mostra como estas organizações funcionam por dentro e operam na manipulação da fé e religiosidade das pessoas, sendo também uma alusão ao período da História dos Estados Unidos da América (EUA) conhecido como «Lei Seca» onde a Maçonaria e diversas seitas promoveram activamente a proibição das bebidas alcoólicas - e até do tabaco - para criar um mercado negro e venda de bebidas contrafeitas.
O roteiro é bom mas é muito longo e não achei tão agradável de se assistir
Não achei a atuação do Burt Lancaster nem de longe essa coisa incrível que todos dizem nos comentários. Aquele sorriso dele durante o filme inteiro é extremamente forçado. Pra mim é o caso da pessoa que deveria tentar menos.
Já o filme é mais ou menos. Começa bem, mas é excessivamente longo e tem um final merda.
O cara é um golpista da pior espécie, e ele ainda sai como uma pessoa legal no final.
1625. (18/12/2022)
O filme já vale pela atuação do Burt Lancaster.
De quebra a direção do Richard Brooks.
E um tema atualíssimo, que é o uso da religião.