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Sinopse
Uma jovem sonha em se tornar uma grande atriz. Quando seu namorado começa a flertar com uma atriz de verdade, ela fica com ciúmes e decide brigar com sua rival.
Minha mãe gargalhou vendo este filme, cujo mote muitas vezes repetido pela protagonista é: "eu só queria ser engraçada!". Conseguiu, afinal. Mas, em termos feministas, achei-o inferior às outras colaborações do diretor com a sua caprichosa porém excelente atriz. Os minutos iniciais assustam pelo sobejo de prepotência de Gloria Swanson, representando a si mesma (risos), mas logo ela comprova que a arrogância não é de todo gratuita: ela é realmente uma excelente atriz. Encarna garotinhas ingênuas e proletárias com louvor. Pena que esta ingenuidade redunde aqui numa subjugação exagerada a um macho indiferente, que não valida a redenção final, rápida e pouco convincente. Algumas cenas de desprezo afetivo são bastante cruéis e as patomimas de boxe do desfecho são pré-chaplinianas (risos), antecipando aquilo que veríamos em LUZES DA CIDADE. As seqüências coloridas fascinam. Bacana, mas não tão impactante quanto ZAZÀ ou MANHANDLED. (WPC>)
Eu estava há tempos louquinho pra ver esse filme. Quando descobri que ele possui duas sequências em Technicolor de duas faixas, não tive como resistir. Eu adorei. Prendeu a minha atenção desde o início e Gloria Swanson está gloriosa (trocadilho intencional). No filme ela interpreta uma garçonete que quer ser atriz, para conquistar seu colega de trabalho que é fascinado por atrizes. Ela vive tendo devaneios de que é uma atriz famosa. A sorte dela muda quando ela recebe um convite pra fazer um curso de interpretação e encontra em seu caminho um senhor que decide ajudá-la a realizar seu sonho, para no fim conquistar o seu amado. Foi muito legal conhecer essa faceta cômica de Swanson. E sobre as sequências em Technicolor, elas aparecem no início e no final do filme.
Minha mãe gargalhou vendo este filme, cujo mote muitas vezes repetido pela protagonista é: "eu só queria ser engraçada!". Conseguiu, afinal. Mas, em termos feministas, achei-o inferior às outras colaborações do diretor com a sua caprichosa porém excelente atriz. Os minutos iniciais assustam pelo sobejo de prepotência de Gloria Swanson, representando a si mesma (risos), mas logo ela comprova que a arrogância não é de todo gratuita: ela é realmente uma excelente atriz. Encarna garotinhas ingênuas e proletárias com louvor. Pena que esta ingenuidade redunde aqui numa subjugação exagerada a um macho indiferente, que não valida a redenção final, rápida e pouco convincente. Algumas cenas de desprezo afetivo são bastante cruéis e as patomimas de boxe do desfecho são pré-chaplinianas (risos), antecipando aquilo que veríamos em LUZES DA CIDADE. As seqüências coloridas fascinam. Bacana, mas não tão impactante quanto ZAZÀ ou MANHANDLED. (WPC>)
Eu estava há tempos louquinho pra ver esse filme. Quando descobri que ele possui duas sequências em Technicolor de duas faixas, não tive como resistir. Eu adorei. Prendeu a minha atenção desde o início e Gloria Swanson está gloriosa (trocadilho intencional). No filme ela interpreta uma garçonete que quer ser atriz, para conquistar seu colega de trabalho que é fascinado por atrizes. Ela vive tendo devaneios de que é uma atriz famosa. A sorte dela muda quando ela recebe um convite pra fazer um curso de interpretação e encontra em seu caminho um senhor que decide ajudá-la a realizar seu sonho, para no fim conquistar o seu amado. Foi muito legal conhecer essa faceta cômica de Swanson. E sobre as sequências em Technicolor, elas aparecem no início e no final do filme.