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Sinopse
Após matar à traição seu amigo, o famoso fora-da-lei Jesse James, Bob Ford é consumido pela culpa e tenta recuperar sua humanidade através do amor por uma garota.
"I Shot Jesse James" (Eu Matei Jesse James) marca com êxito a estreia de Samuel Fuller como cineasta. Fuller também assina o roteiro deste faroeste sombrio, carregado de tormentos emocionais. O protagonista Bob Ford (John Ireland), ao matar o lendário fora-da-lei Jesse James (Reed Hadley), buscava sua liberdade e uma recompensa financeira, mas acabou recebendo o peso da culpa por sua traição, que passou a acompanhá-lo como um fantasma punitivo.
O resultado de seus atos foi a perda de tudo o que importava, passando a viver um drama solitário. O filme é primoroso, a fotografia em preto e branco é, ao mesmo tempo, sombria e melancólica, na dimensão psicológica real de um homem que mergulha em seu próprio fracasso.
Nesse brilhante roteiro, Fuller optou por um faroeste com poucas balas e com um personagem central complexo, que representa o anti-heroi de alma corroída, julgado silenciosamente por si mesmo e por uma sociedade indulgente com criminosos, mas intolerante com traidores.
Mais um bom filme do subestimado Samuel Fuller. A fita traz um romance/western a partir da morte de Jesse James por seu amigo Bob Ford. Gostei de como "Fuller" contou a lenda, adaptando as motivações de Bob e seu infortùnio após o fato. A direção e as boas performances são os destaques da obra.
"I Shot Jesse James" (Eu Matei Jesse James) marca com êxito a estreia de Samuel Fuller como cineasta. Fuller também assina o roteiro deste faroeste sombrio, carregado de tormentos emocionais. O protagonista Bob Ford (John Ireland), ao matar o lendário fora-da-lei Jesse James (Reed Hadley), buscava sua liberdade e uma recompensa financeira, mas acabou recebendo o peso da culpa por sua traição, que passou a acompanhá-lo como um fantasma punitivo.
O resultado de seus atos foi a perda de tudo o que importava, passando a viver um drama solitário. O filme é primoroso, a fotografia em preto e branco é, ao mesmo tempo, sombria e melancólica, na dimensão psicológica real de um homem que mergulha em seu próprio fracasso.
Nesse brilhante roteiro, Fuller optou por um faroeste com poucas balas e com um personagem central complexo, que representa o anti-heroi de alma corroída, julgado silenciosamente por si mesmo e por uma sociedade indulgente com criminosos, mas intolerante com traidores.
Mais um bom filme do subestimado Samuel Fuller. A fita traz um romance/western a partir da morte de Jesse James por seu amigo Bob Ford. Gostei de como "Fuller" contou a lenda, adaptando as motivações de Bob e seu infortùnio após o fato. A direção e as boas performances são os destaques da obra.
O fantasma do amigo traído e do amor não correspondido, seguirão Robert Ford pela eternidade.
Só eu que notei um q de homossexualidade na história?
Gosto dos números musicais.
Como matar um fantasma?