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Jovem, classe média, Mariel Mariscot de Mattos, ganhou fama como policial de atuação no submundo do crime. Seu primeiro trabalho como guarda-vidas na Zona Sul do Rio de Janeiro, abriu-lhe as perspectivas para entrar na Academia de Polícia, onde integrou um grupo de policiais de elite, especializados no combate a bandidos de alta periculosidade. Com as mesmas origens de Mariel, Lúcio Flávio Vilar Lírio, é um jovem em busca de ascensão social. Opta pelo crime. Seu bando tornam-se os mais procurados pela polícia. Lutando em campos opostos, Lúcio e Mariel acabam se defrontando, numa representação individualizada de uma luta global entre polícia e marginais.
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O filme é uma resposta ao ótimo Lúcio Flávio, pena que trata-se de um filme inferior, com cara de fita policial B que o cinema 70’s produziu a exaustão, a trama de “Eu Matei Lúcio Flávio” mostra o outro lado da moeda, sai o bandido, entra em cena o policial Mariel, um sujeito de personalidade ambígua que passeia entre a moralidade e a amoralidade...
O Jece Valadão na pura canastrice e comendo geral, a cada minuto é uma mulher diferente, existe uma cena aqui que nunca vou esquecer: a cena de tortura ao som de Roberto Carlos, são tantas emoções.
Valeu a conferida!
Em vez de "Eu Matei Lúcio Flávio" um título mais apropriado para esse filme seria "Eu Peguei Muita Mulher", já que o péssimo roteiro de Leopoldo Serran parece mais interessado em mostrar uma nova conquista amorosa do protagonista a cada 10 minutos do que em desenvolver a história e os personagens. O embate entre Mariel e seus comparsas e Lúcio Flávio e sua quadrilha deveria ser o centro narrativo mas é tratado de maneira desleixada. Outro ponto fraco é a canastrice de Jece Valadão, que tenta criar um Dirty Harry brasileiro mas está muito longe de ser um Clint Eastwood; no máximo chega a Charles Bronson.
No fim das contas esse filme é só uma fantasia descarada para tentar transformar um ser abjeto em herói. Mas basta lembrar que o verdadeiro Mariel foi assassinado dois anos depois quando ia se encontrar com bicheiros...
Filmão esse Eu Matei Lúcio Flávio. Exploitation com Jece Valadão comedor, liderando esquadrão da morte e catequizando marginal. Roberto Carlos e Fagner no talo. Tropa de Elite bebeu muito dessa fonte.
Dirigido por Antônio Calmon. O roteiro é baseado em fatos da crônica policial e da vida de Mariel Mariscot (nome grafado como Mariel Moryscötte de Mattos nos letreiros iniciais enquanto o do personagem aparece como Mariel Maryscôtt), notabilizado por ser um dos líderes do Esquadrão da Morte no Rio de Janeiro na década de 70. O filme é tido como uma resposta a Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia, grande sucesso popular de 1977, sendo que o personagem Lúcio Flávio, apesar de ser considerado por Mariel (personagem de Jece Valadão que também é o produtor) como seu arqui-inimigo, aqui é apenas um coadjuvante.
"Eu Matei Lúcio Flávio", é um thriller ousado e controverso, um polêmico clássico do cinema suburbano nacional. Jece Valadão era o cara, com seu desempenho deu conta do recado na atuação. No elenco de apoio, destaque para Monique Lafond, Otávio Augusto, Nildo Parente, Anselmo Vasconcelos, entre outros.
Disponível e completo no Youtube.
Eu Matei Lúcio Flávio é o primo pobre suburbano do Lúcio Flávio - O Passageiro da Agonia. Filme escuro, até parece que foi feito para passar no SBT, hahaha
Achei tosco e trash. Jece mais cavalão que nunca!
Filme 044/2024
Visto em 24/03/24