Um homem atira em pessoas de cima de uma torre de água. Um pai mata a própria família. Um policial dispara sua arma contra a multidão em plena procissão de Saint Patrick. O que tudo isso poderia ter em comum? A frase repetida pelos criminosos quando são pegos: "Foi Deus quem mandou". Com tudo isso acontecendo, um policial católico, preso entre a esposa e a amante, decide investigar o que está acontecendo.
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Tem uma ousadia que, acho, só é possível mesmo em se tratando de um filme dos anos 70 com seu hibridismo de gêneros (não deixa de ser um policial com o background sujo e cru da NY hiperviolenta da época, ao mesmo tempo que é um terror com tons apocalípticos) e ao mesmo tempo uma contemporaneidade em sua discussão que o faz ser pertinente agora, sem tirar ou acrescentar. Visto hoje, me soa subestimado, para dizer o mínimo, o quanto esse filme parece ter influenciado outros tantos – não somente em sua mistura de estilos e nas discussões filosóficas em que mete o dedo, mas em seus elementos visuais mesmo, de body horror –, escondido sob uma imagem de profano.
Filme 84 de 2023
Foi Deus que mandou sempre figura lista de filmes visionários, e não é por menos, o filme tem uma trama bastante moderna para época, abordando uma teoria da conspiração, que trata de relatos ou contatos extraterrestre na bíblia, o próprio Jesus é alvo desse teoria.
No filme Larry Cohen não mede esforços para colocar a religião em cheque todo momento, com personagens bons e bem trabalhados.
Datado. Envelheceu super mal, infelizmente.
Filme original e imprevisível. Apesar de datado é uma boa experiência.
louco e insano, forte e imprevisível. Foi Deus que Mandou é puro cinema alternativo setentista, pulsante e sem limites!!
so não dei a nota máxima aqui porque extrapola (na minha opinião) nos 2 primeiros adjetivos desse meu comentário.
é Larry Cohen um cineasta e roteirista tão foda quanto subestimado. uma obra prima do gênero.