Michael e Daphna, que moram em Tel Aviv, estão enfrentando um grande sofrimento pela perda do filho, que morreu no serviço militar. Os dois precisam reaprender a viver com a tragédia que mudou suas vidas.
- confesso que comecei a assistir com muito pé atrás e não senti nenhuma empatia com a morte do soldado, afinal, todos sabem que israel começou essas "guerras" e contra quem eles lutam - grata surpresa, o filme tese uma profunda critica ao exercito genocida, desde a falta de humanidade e padronização mecânica para tratar com as familias quando um dos seus perde a vida e até mostrando as atrocidades que e como esconde seus crimes, fingindo que nada aconteceu - assim como a dança no titulo, o roteiro começa e termina no mesmo lugar, de forma bem inteligente e com um drama pesado - já que estamos falando de israel, não posso deixar passar em branco; PALESTINA LIVRE! DO RIO AO MAR!
Filme Israelense que prioriza o drama causado pela guerra. Sempre atual, a direção é perfeita em tomadas inspiradas. As atuações também estão bem feitas.
É um filme que lida com traumas e faz uma crítica a sociedade israelita em especial a guerra, eu achei o ritmo bem lento, talvez seja proposital, mas nada que atrapalhe a experiência, filmes no deserto costumam apresentar uma fotografia belíssima e aqui não foi diferente, curti a dancinha com o fuzil e sua simbologia, o filme tbm não é contado de forma linear e alguns podem tbm não gostar ou não entender.
Apresenta dois núcleos cujas histórias levam do nada ao lugar nenhum. À trama se perde no vazio do roteiro, em que os dramas dos personagens não são aprofundados e além da falta de conteúdo, o filme é longo, tornando muito arrastado o enredo que já é chato. Única qualidade é à bonita fotografia.
- confesso que comecei a assistir com muito pé atrás e não senti nenhuma empatia com a morte do soldado, afinal, todos sabem que israel começou essas "guerras" e contra quem eles lutam
- grata surpresa, o filme tese uma profunda critica ao exercito genocida, desde a falta de humanidade e padronização mecânica para tratar com as familias quando um dos seus perde a vida e até mostrando as atrocidades que e como esconde seus crimes, fingindo que nada aconteceu
- assim como a dança no titulo, o roteiro começa e termina no mesmo lugar, de forma bem inteligente e com um drama pesado
- já que estamos falando de israel, não posso deixar passar em branco; PALESTINA LIVRE! DO RIO AO MAR!
Filme Israelense que prioriza o drama causado pela guerra. Sempre atual, a direção é perfeita em tomadas inspiradas. As atuações também estão bem feitas.
É um filme que lida com traumas e faz uma crítica a sociedade israelita em especial a guerra, eu achei o ritmo bem lento, talvez seja proposital, mas nada que atrapalhe a experiência, filmes no deserto costumam apresentar uma fotografia belíssima e aqui não foi diferente, curti a dancinha com o fuzil e sua simbologia, o filme tbm não é contado de forma linear e alguns podem tbm não gostar ou não entender.
02/02/2021
Apresenta dois núcleos cujas histórias levam do nada ao lugar nenhum. À trama se perde no vazio do roteiro, em que os dramas dos personagens não são aprofundados e além da falta de conteúdo, o filme é longo, tornando muito arrastado o enredo que já é chato. Única qualidade é à bonita fotografia.