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Anos atrás, Joshua Shapira foi exilado de Brighton Beach. Agora ele está de volta na cidade como um atirador contratado pela Máfia Russa. Quando lhe dão ordens para executar o assassino de um joalheiro, Joshua defronta-se com o último teste de moralidade, enquanto coloca sua família e namorada em perigo no único lugar que eles achavam que seria sempre seguro: Little Odessa.
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Penso que Gray executa bem suas intenções, meu problema com ele são suas intenções. Seus filmes são carregados de um clima pesado demais, frios, calculados em excesso onde o melodrama sempre é bastante contundente. Enfim não é muito meu estilo de cinema ainda que este Fuga para Odessa tenha sido um de seus filmes que menos me distanciou.
Bastante sombrio e melancólico. Me lembrou A Outra História Americana (1998), só que mais honesto.
Esse filme é angustiante e muito, muito triste, mas sua direção beira a perfeição. Espero um dia conseguir tirar da cabeça aquela sequência tão marcante, que influencia a escolha do pai.
Tragédia!!!!
Vi os filmes da trilogia em ordem inversa, não sei dizer a razão.
Repito aqui o que pensei em The Yards:Filme de crime/policial com cara de filme de crime/policial, mas aqui vejo um valor a mais em relação ao funcionamento das relações familiares. Há toda uma complexidade a mais ali e isso não parece o suficiente para crucificar ninguém: a mãe está morrendo, os filhos são jogados um contra o outro e se perderam pelo caminho, o pai dita o ritmo da vida familiar de um jeito totalmente atrapalhado.
Alguém ali tem a possibilidade de ser feliz?
É até legal pensar sobre esses problemas da dinâmica familiar como uma oposição ao discurso de que terapia resolve problemas familiares. Aqui, o que pode resolver?
Alguém poderia ter um final melhor do que o que teve ali? Duvido muito.
Sobre tragédias familiares, recomendo Rio do desejo. Filmaço.
História trágica e melancólica.Todos os atores estão bem.