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Tão Culpado Como o Pecado - Brasil
Sinopse
Bem-sucedida advogada aceita defender homem acusado de matar a própria esposa. Seduzida, ela consegue levar sua tarefa a cabo, mas começa a colecionar indícios de que pode ter cometido um grande erro.
- no papel tudo funciona, o problema é a execução - parte de uma boa ideia e começa bem instigante - mas tem algumas resoluções bem questionáveis e exageros que acabam enfraquecendo a história - o final faz sentido com a trama mas não funciona tão bem - gostei das atuações, até dos coadjuvantes. o stephen lang com aquele cabelinho.. ri alto
"Se eu estou para morrer mesmo, puxarei o para a morte junto comigo, pois vejo que é nula a chance d'eu voltar para o guarda-corpo." Igual vi num vídeo cassetadas em que um menino tenta jogar um gato na piscina, mas o gato se safa e o menino é que cai na água. A menos que ela tivesse essa dinâmica felina, não ia sobreviver mesmo. Além de arriscar a própria vida - chance de uma em mil de sobreviver - deve ter ficado com graves sequelas depois, visto o tanto de sangue que lhe saiu da boca e do nariz.
Por fim, foi vista como a heroína da história, efeito Jesus Cristo.
Adoro esses filmes Supercine. Se fosse mais ousado seria melhor ainda. Rebecca de Mornay gatíssima. Mais até do que no antecessor e também ótimo A Mão Que Balança o Berço.
Vi na telona, e devo ter revisto em vhs ou na tv a cabo nos anos 90, e tb revi em 2004 ee de novo hoje! Sempre muito bom, a começar pelo elenco, e tb pela direção, trilha e roteiro! Pena que a Rebecca não foi tão longe qto prometia!
"A Mão que Balança a Advogada no Berço do Diabo" 🤣... Que treta Rebecca De Mornay! Que macumba foi essa que você foi arranjar! "Culpado Como o Pecado", típico Cine Forçada da Super Cine que a gente adorava e ficava roendo os ossos do dedo, de raiva, ódio, tensão e tensão, ódio, raiva das puta que pariu das coisas da estória! A trama é loca, mas muito legal, bem anos 90's que prende a gente do início ao fim, com a cerebrada que o cliente da pobre Becca foi defender. Acusado de assassinar a própria esposa, Don Johnson (David Edgar Greenhill), faz coisas com a advogada que até o próprio diabo duvida! Mulherengo, bom vivant, metelão, ruim, louco... David se revela aos poucos para Dr. Jennifer, como uma surucucú de peito vermelho antes de dar o bote! Ruim, louco e inteligente, o personagem de Don Johnson faz uma maldade atrás da outra, com advogada que tenta no desespero fugir do bicho a todo custo, mas por causa das leis gringas só falta casar com ele O filme força a relação, mas é muito bom! Tem muito mistério, suspense e sobra tensão do início ao fim! O filme tem um clima muito sensual, mas tem quase zero de cenas de Safadeza, mérito do personagem do Don, que levava o Cine Privé em cada ato que fazia A Rebequinha fica loca com as assediadas que o cara dava. Mas não era sexo nas ideias só não, o cara tinha umas ideias foda na mente, vários planos capetológicos que ele colocava em prática de forma que só a Igreja Universal pode explicar. O filme tem muita cena nervosa, muita tensão e vários diálogos que o doido parece que brinca com a vítima antes dele cometer um pecado, como esse título estranho sugere. Tanto a estória como a direção do Lumet abraça a década de 90 de forma selvagem, com cenas de impacto emocional, que choca quem assistiu aquele filadaputa do cliente da Rebequinha deitando e rolando na estória. A cenas finais são aquele horror! O bicho faz a festa com todo mundo e quando ele achava que vai levar ia levar o caneco, a Rebequinha voa...
- no papel tudo funciona, o problema é a execução
- parte de uma boa ideia e começa bem instigante
- mas tem algumas resoluções bem questionáveis e exageros que acabam enfraquecendo a história
- o final faz sentido com a trama mas não funciona tão bem
- gostei das atuações, até dos coadjuvantes. o stephen lang com aquele cabelinho.. ri alto
"Se eu estou para morrer mesmo, puxarei o para a morte junto comigo, pois vejo que é nula a chance d'eu voltar para o guarda-corpo."
Igual vi num vídeo cassetadas em que um menino tenta jogar um gato na piscina, mas o gato se safa e o menino é que cai na água. A menos que ela tivesse essa dinâmica felina, não ia sobreviver mesmo. Além de arriscar a própria vida - chance de uma em mil de sobreviver - deve ter ficado com graves sequelas depois, visto o tanto de sangue que lhe saiu da boca e do nariz.
Por fim, foi vista como a heroína da história, efeito Jesus Cristo.
Adoro esses filmes Supercine. Se fosse mais ousado seria melhor ainda. Rebecca de Mornay gatíssima. Mais até do que no antecessor e também ótimo A Mão Que Balança o Berço.
Vi na telona, e devo ter revisto em vhs ou na tv a cabo nos anos 90, e tb revi em 2004 ee de novo hoje!
Sempre muito bom, a começar pelo elenco, e tb pela direção, trilha e roteiro!
Pena que a Rebecca não foi tão longe qto prometia!
"A Mão que Balança a Advogada no Berço do Diabo" 🤣...
Que treta Rebecca De Mornay! Que macumba foi essa que você foi arranjar! "Culpado Como o Pecado", típico Cine Forçada da Super Cine que a gente adorava e ficava roendo os ossos do dedo, de raiva, ódio, tensão e tensão, ódio, raiva das puta que pariu das coisas da estória!
A trama é loca, mas muito legal, bem anos 90's que prende a gente do início ao fim, com a cerebrada que o cliente da pobre Becca foi defender.
Acusado de assassinar a própria esposa, Don Johnson (David Edgar Greenhill), faz coisas com a advogada que até o próprio diabo duvida!
Mulherengo, bom vivant, metelão, ruim, louco... David se revela aos poucos para Dr. Jennifer, como uma surucucú de peito vermelho antes de dar o bote!
Ruim, louco e inteligente, o personagem de Don Johnson faz uma maldade atrás da outra, com advogada que tenta no desespero fugir do bicho a todo custo, mas por causa das leis gringas só falta casar com ele
O filme força a relação, mas é muito bom! Tem muito mistério, suspense e sobra tensão do início ao fim!
O filme tem um clima muito sensual, mas tem quase zero de cenas de Safadeza, mérito do personagem do Don, que levava o Cine Privé em cada ato que fazia
A Rebequinha fica loca com as assediadas que o cara dava. Mas não era sexo nas ideias só não, o cara tinha umas ideias foda na mente, vários planos capetológicos que ele colocava em prática de forma que só a Igreja Universal pode explicar.
O filme tem muita cena nervosa, muita tensão e vários diálogos que o doido parece que brinca com a vítima antes dele cometer um pecado, como esse título estranho sugere. Tanto a estória como a direção do Lumet abraça a década de 90 de forma selvagem, com cenas de impacto emocional, que choca quem assistiu aquele filadaputa do cliente da Rebequinha deitando e rolando na estória.
A cenas finais são aquele horror! O bicho faz a festa com todo mundo e quando ele achava que vai levar ia levar o caneco, a Rebequinha voa...
Bom filme! Vale a pena assistir!