Hamlet (Mel Gibson), Príncipe da Dinamarca, retorna ao seu país-natal quando seu pai, o rei, morre. Ao chegar, já encontra sua mãe (Glenn Close) casada com seu tio (Alan Bates), que se tornara rei. Mas logo o fantasma do pai de Hamlet surge e conta ao filho que seu tio e sua mãe o tinham assassinado. Hamlet passa então a ser atormentado pela decisão de vingar a morte do pai ou ter uma atitude passiva em relação ao fato.
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A tensão de um thriller de espionagem medieval
Zeffirelli triunfa em tornar a complexa trama de Hamlet compreensível e envolvente para um público não familiarizado com Shakespeare
Embora controversa, a atuação de Gibson é magnética. Ele infunde no príncipe uma vitalidade e um perigo que são genuinamente cativantes
A cinematografia e o design de produção criam uma Elsinore crível, um mundo medieval tangível, frio e despótico
Close, Bates, Carter e Holm oferecem performances de classe mundial que ancoram o filme em uma base de credibilidade dramática
Vingança. Loucura. Corrupção e Decadência. Disfunção Familiar.
A poda radical do texto é o preço da acessibilidade. Muita da poesia, da complexidade filosófica e da profundidade política da peça é perdida
Tende a fornecer respostas claras onde a peça deixa questões em aberto, diminuindo o espaço para a interpretação do espectador
A tragédia como consequência da desordem das paixões.
"Há uma providência especial na queda de um pardal." — Hamlet reconhece a Providência Divina no fim.
O filme aponta para a necessidade de justiça divina onde a humana falha.
22.01.1992
16.01.1992
09.02.1989
Ser ou não ser eis a questão . Existem mais coisas entre o céu e o inferno que a vaga compreensão humana não possa entender. filme bem representado no aspecto da idade média e com diálogos bem construídos .