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Data de lançamento
11 Julho 2008Duração
Hellboy (Ron Perlman), Liz Sherman (Selma Blair) e Abe Sapien (Doug Jones) seguem trabalhando para a Agência de Pesquisa e Defesa Paranormais. Apesar dos constantes avisos para não se expôr ao público, Hellboy permite que seja flagrado pela TV. Isto faz com que ele e a agência fiquem famosos, o que permite que ajam à luz do dia e sem se esconderem sempre. Para coordenar a nova fase da agência é chamado Johann Krauss (James Dodd / John Alexander), com quem Hellboy enfrenta problemas por não respeitar suas ordens. Paralelamente uma antiga trégua existente entre a humanidade e os filhos da Terra é rompida, quando o príncipe Nuada (Luke Goss) resolve reunir os fragmentos de uma coroa para trazer à vida o exército dourado, composto por máquinas assassinas aparentemente indestrutíveis.
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[review de 07 de novembro de 2020]
Filmão, o Hellboy tem um arco excelente (dois na verdade), o vilão é ótimo com motivações muito fortes que eu meio que concordei com ele em boa parte. A Liz também tá ótima e ela e o Hellboy tem muita química. O abe tá maravilhoso a cena dele apaixonadinho é minha favorita do filme.
O filme não é perfeito é claro, o ato final tem uns problemas, faltou desenvolvimento da nuala e o desenvolvimento do Dr Krauss foi meio jogado. O próprio ato final tem um ritmo meio torto. Mas esse filme tem tanto carisma e é tão divertido que meio que foda-se ele não precisa ser perfeito em tudo pra eu amar demais ele, é o tipo de filme pipoca que eu mais amo.
Isso que eu não falei do universo todo do filme que é fantástico e as maquiagens e efeitos visuais do filme que são padrão de qualidade Guilhermo del toro eu não preciso comentar isso todo mundo já sabe como é bom.
05.09.2008
A foguinho encarou mesmo a pistola do vermelhão
Com o universo e o protagonista já (muito bem) construídos, a história engata logo de cara. Uma revisão rápida de quem é quem, uma apresentação da lenda e segue a vida. Vejo que é uma estrutura muito comum da época nesses filmes de fantasia aliada a aventura: Após as devidas explicações, há dois ou três embates e chega-se à batalha final, quase como um resumo de um jogo de videogame. E aqui funciona muito bem, com cenas de ação que valorizam tanto os protagonistas como os antagonistas, levando a um final que é previsível, mas nem por isso deixa de empolgar.
Vejo uma falta de vergonha também aqui. Tem melodrama de peixe com gente (já vimos isso depois), cena musical (uma delícia) e dramaticidade exagerada (principalmente por parte dos gêmeos loiros).
Muito gostoso de se ver.
Pra quem gostou, recomendo Espinha do diabo, também do Del Toro.
Uma fantasia fenomenal de efeitos práticos e computação gráfica. Lembra bastante o universo Star Wars.