Hitchcock/Truffaut é um documentário maravilhoso para quem ama cinema. A obra explora a lendária entrevista entre François Truffaut e Alfred Hitchcock, trazendo insights valiosos sobre o mestre do suspense. Além disso, conta com a participação de grandes cineastas, como Martin Scorsese, cujos comentários sempre enriquecem qualquer discussão cinematográfica. O documentário destaca a admiração profunda que Truffaut tinha por Hitchcock e pelo cinema como um todo. São dois gigantes da sétima arte, cada um com uma abordagem distinta. Uma obra essencial para quem deseja conhecer mais sobre esses dois e compreender melhor o impacto de Hitchcock na história do cinema.
Ele tem um ponto muito positivo que é trazer ao documentário o mesmo espírito do livro: ser um momento de louvor e agradecimento à obra de Hitchcock e ao trabalho feito por Truffaut. Por causa disso é uma delícia ver os cineastas contando seu primeiro contato com o livro e os pontos que admiram na obra dos diretores, intercalando com momentos das entrevistas. Nos sentimos parte dessa conversa por também termos momentos a relatar.
Seu ponto negativo é que, após uma duração razoável, ele se dedica de forma desnecessária a dois filmes de Hitchcock, Um corpo que cai e Psicose. Até então o filme não havia se dado a tal trabalho, falando sempre de maneira geral da obra, da composição, o que é o suspense e como ele influenciou o cinema do período e a dificuldade em assimilá-lo ao cinema atual. Essa pausa repentina para focar nos filmes acaba quebrando toda a linha que vinha sendo construída, nos fazendo acreditar que, a partir de então, passaria a analisar os filmes seguintes do diretor (e sem qualquer necessidade, já que o livro se dá a esse trabalho). Mesmo com estes trechos tento bons momentos, como por exemplo o relato de Peter Bogdanovich contando como foi assistir Psicose no cinema em seu lançamento, poderia ser abordado de uma forma muito mais eficaz.
Curti o documentário por ver a interação entre Truffaut e Hitchcock, mas pra mim, ver Scorsese falar sobre cinema é fantástico. Eu vejo no seu olhar e nas suas palavras, o amor e o entendimento que ele têm pelos filmes.
Hitchcock/Truffaut é um documentário maravilhoso para quem ama cinema. A obra explora a lendária entrevista entre François Truffaut e Alfred Hitchcock, trazendo insights valiosos sobre o mestre do suspense. Além disso, conta com a participação de grandes cineastas, como Martin Scorsese, cujos comentários sempre enriquecem qualquer discussão cinematográfica. O documentário destaca a admiração profunda que Truffaut tinha por Hitchcock e pelo cinema como um todo. São dois gigantes da sétima arte, cada um com uma abordagem distinta. Uma obra essencial para quem deseja conhecer mais sobre esses dois e compreender melhor o impacto de Hitchcock na história do cinema.
Delícia de ver.
Ele tem um ponto muito positivo que é trazer ao documentário o mesmo espírito do livro: ser um momento de louvor e agradecimento à obra de Hitchcock e ao trabalho feito por Truffaut. Por causa disso é uma delícia ver os cineastas contando seu primeiro contato com o livro e os pontos que admiram na obra dos diretores, intercalando com momentos das entrevistas. Nos sentimos parte dessa conversa por também termos momentos a relatar.
Seu ponto negativo é que, após uma duração razoável, ele se dedica de forma desnecessária a dois filmes de Hitchcock, Um corpo que cai e Psicose. Até então o filme não havia se dado a tal trabalho, falando sempre de maneira geral da obra, da composição, o que é o suspense e como ele influenciou o cinema do período e a dificuldade em assimilá-lo ao cinema atual. Essa pausa repentina para focar nos filmes acaba quebrando toda a linha que vinha sendo construída, nos fazendo acreditar que, a partir de então, passaria a analisar os filmes seguintes do diretor (e sem qualquer necessidade, já que o livro se dá a esse trabalho). Mesmo com estes trechos tento bons momentos, como por exemplo o relato de Peter Bogdanovich contando como foi assistir Psicose no cinema em seu lançamento, poderia ser abordado de uma forma muito mais eficaz.
Há informações e detalhes curiosos(alguns já conhecidos),mas não deixa de ser interessante pra amante de cinema.Nesse caso o livro é o que importa.
Curti o documentário por ver a interação entre Truffaut e Hitchcock, mas pra mim, ver Scorsese falar sobre cinema é fantástico. Eu vejo no seu olhar e nas suas palavras, o amor e o entendimento que ele têm pelos filmes.