Compartilhe "Incroyable mais vrai" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Sinopse
Alain e Marie se mudaram para a casa no subúrbio de seus sonhos. Mas o corretor imobiliário os avisou: o que está no porão pode mudar suas vidas para sempre.
As obras de Quentin Dupieux são realmente inconfundíveis. Há sempre uma mescla de elementos que apontam para o riso, o absurdo e o nonsense. Em última instância pode-se dizer que sua marca por excelência é a inventividade. Da fusão bastarda entre um humor irônico e a reflexão proposta pelo tema surge algo que é deliciosamente uma comédia e um drama humano em sua inteireza. Vale a pena assistir pq é ótimo de ponta a ponta: diverte ao mesmo tempo que faz rir e pensar sobre as mazelas da alma humana nas suas escorregadelas de desejos excêntricos, vãos e inauditos.
que filme boooooooom consegue ser dramático e engraçado ao mesmo tempo (na maioria das vezes ridicularizando os personagens, principalmente o do benoit magimel, que consegue ser ridículo sem ficar over)
Não sou o maior dos fãs do cineasta, no sentido de que o seu surrealismo pretendido sempre chama mais atenção para si mesmo que para as possibilidades enlouquecidas de suas tramas. Aqui, entretanto, ouso dizer que ele acerta bastante, visto que há um comentário quase metalingüístico sobre o seu próprio modo de escrever os roteiros: é tudo excessivamente verborrágico, tendente aos circunlóquios, até que, de repente, pluft, uma homenagem brilhante ao cinema mudo. Não vou mentir: Dupieux surpreendeu-me aqui, principalmente pelo modo terno com que abraça as aflições de seus personagens, para além de qualquer juízo de valor depositado sobre eles. Léa Drucker está soberba e Benoît Magimel acerca no tom insuportável da figura que interpreta (risos). Muito, muito bom! (WPC>)
As obras de Quentin Dupieux são realmente inconfundíveis. Há sempre uma mescla de elementos que apontam para o riso, o absurdo e o nonsense. Em última instância pode-se dizer que sua marca por excelência é a inventividade. Da fusão bastarda entre um humor irônico e a reflexão proposta pelo tema surge algo que é deliciosamente uma comédia e um drama humano em sua inteireza. Vale a pena assistir pq é ótimo de ponta a ponta: diverte ao mesmo tempo que faz rir e pensar sobre as mazelas da alma humana nas suas escorregadelas de desejos excêntricos, vãos e inauditos.
Maluco, divertido, leve e totalmente original. Não tem mais niguém contando essas histórias, principalmente desse jeito, um tipo de humor peculiar.
que filme boooooooom
consegue ser dramático e engraçado ao mesmo tempo (na maioria das vezes ridicularizando os personagens, principalmente o do benoit magimel, que consegue ser ridículo sem ficar over)
Não sou o maior dos fãs do cineasta, no sentido de que o seu surrealismo pretendido sempre chama mais atenção para si mesmo que para as possibilidades enlouquecidas de suas tramas. Aqui, entretanto, ouso dizer que ele acerta bastante, visto que há um comentário quase metalingüístico sobre o seu próprio modo de escrever os roteiros: é tudo excessivamente verborrágico, tendente aos circunlóquios, até que, de repente, pluft, uma homenagem brilhante ao cinema mudo. Não vou mentir: Dupieux surpreendeu-me aqui, principalmente pelo modo terno com que abraça as aflições de seus personagens, para além de qualquer juízo de valor depositado sobre eles. Léa Drucker está soberba e Benoît Magimel acerca no tom insuportável da figura que interpreta (risos). Muito, muito bom! (WPC>)
Comedia francesa fora da casinha mas com algo a refletir rs, eu gosto inclusive do elenco.