Dirigido por
Data de lançamento
29 Julho 2016Duração
Em 1951, Marcus (Logan Lerman), um jovem judeu de Nova Jersey, é um dos recém chegados à Universidade Winesburg, em Ohio. Entre novas experiências, Marcus também sofrerá com repressões e violência na conservadora faculdade, onde lida com anti- semitismo e repressão sexual. Local também em que um breve momento sua vida converge com a brilhante filha de um ex-aluno.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
INDIGNATION
Direção: James Schamus
Ano: 2016
Assistido em: 20/09/2025
Infelizmente, os judeus viveram uma situação complicada durante séculos. A Segunda Guerra Mundial foi apenas o ápice desse problema, e as coisas não melhoraram simplesmente quando Hitler foi derrotado. As pessoas tendem a esquecer, mas os judeus não eram bem vistos por diversos escalões da sociedade em vários países, não apenas na Alemanha nazista. E a situação não se resolveu de forma mágica — levou tempo até que diminuísse. E, para piorar, em 2025 vemos novamente sinais de aversão aos judeus. Este filme surge como tentativa de discutir preconceito e perseguição ainda presentes no início dos anos 50. O grande problema é que a história é muito ruim.
Marcus Messner, jovem judeu de origem humilde, ingressa em uma universidade conservadora nos anos 1950 para evitar ser enviado à Guerra da Coreia. No campus, sua postura crítica e racional o coloca em conflito com as regras e autoridades. Quando inicia um relacionamento com Olivia, uma estudante emocionalmente instável, sua vida toma rumos inesperados. O envolvimento amoroso intensifica suas dificuldades acadêmicas e pessoais, levando a consequências cada vez mais graves. As escolhas de Marcus acabam determinando de forma trágica seu destino.
Você pode querer discutir o tema que for, mas se a história não funciona, o debate se torna chato e enfadonho. O que temos aqui é um recorte de uma época complicada e hipócrita, em que havia perseguição contra quem não seguia os preceitos sociais. Parece até 2025. Mas, quando não nos interessamos pelo drama dos protagonistas, pouco importa o que estão passando. O personagem de Logan Lerman é tão pedante e irritante que não me importei com seu destino. E Olivia é igualmente insuportável — uma dupla horrível.
Esse filme engana. A cena inicial é muito boa, e você pensa que terá pela frente um grande drama. Mas não: a história é chata, e você passa quase duas horas acompanhando um protagonista enjoado. A direção é básica, não há muito a salvar. É uma tristeza. A única coisa interessante são os cenários, os figurinos de época e, admito, olhar o rosto bonito de Logan Lerman durante quase duas horas.
Indignation é aquele tipo de filme que, fazendo um trocadilho barato, me deixa indignado. Poderia ser melhor, caso tivesse uma história bem elaborada. Não adianta ter uma boa ideia e não desenvolvê-la. O resultado é algo fraco, que não prende a atenção do público. E foi exatamente isso que aconteceu aqui: havia uma boa base, mas faltou profundidade para sobreviver no imaginário do espectador.
Não sei se estou viajando na maionese, mas vi muito de uma discursão atemporal, claro que tinha muito mais força nos anos 50, mas ainda hoje levantamos questionamentos sobre moralidade, conservadorismo ou praticas e costumes, o mundo a todo instante nós trás e nos faz questionar, o filme tem momentos exatamente assim, quando nossa alma quer voar presa á conceitos pragmáticos ou presilhas étnicas.
O personagem Marcus, foi criado e vive uma bolha, de ser um bom filho, dentro dos padrões de sua cultura, ao ponto de quando exposto na faculdade a um mundo tão bipolar, explode, e Olivia tira seu chão, e todos planos, educação, sentimentos, e um crescente de amor. Olivia estava a frente de seu tempo, de todas as regras dos bons costumes, um ponto que não ficou claro no filme ou não entendi, quando o rapaz da fraternidade conversa com o Marcus e posterior o reitor, Olivia realmente tinha comportamento promiscuo com outros ou era mera falácia de uma época repressora.
de qualquer forma, não sei, mas entendo a cabeça do Marcus, a pressão de tantos estimulo no final se rebelou.
Esperava mais, um filme tão elogiado que não me prendeu apesar das boas atuações.
Logan eu te amo e por isso vim até aqui, mas esse filme é ruim demais, cheguei literalmente a dormir
A primeira cena é ótima, a última também. E é só isso. Perde-se por completo na história, história essa que é mais confusa que o próprio protagonista, protagonista esse que soa como um jovem do Twitter chatin, ateu e metido a questionador. No meio desse enredo perdido, colocam umas cenas destoantes de safadeza, o que meio que completa o personagem de Twitter.