Lucas, de 17 anos, está no último ano de internato quando a morte súbita de seu pai destrói tudo o que ele tinha como garantido. Cheio de raiva e desespero, ele visita seu irmão mais velho em Paris para buscar consolo na nova cidade.
Cineasta consagrado com seus dramas íntimos, como ‘Canções de amor’ (2007), ‘A bela Junie’ (2008) e ‘Conquistar, amar e viver intensamente’ (2018), o francês Christophe Honoré realiza mais uma fita marcante e delicada, com grandes interpretações de Juliette Binoche e de um ator revelação, de 20 anos de idade, Paul Kircher – que pelo papel ganhou atuação no Festival de San Sebastián. Eles interpretam respectivamente mãe e filho, destruídos pela morte do patriarca. O jovem, que tem 17 anos, sai do internato com o falecimento repentino do pai e embarca para uma nova vida ao lado do meio-irmão em Paris. Em fase de descobertas, ele se relaciona amorosamente com homens mais velhos, aproxima-se do irmão distante (bom trabalho também de Vincent Lacoste, rosto comum no cinema francês atual) e tenta se reconectar com a mãe. Kircher é a alma viva do filme, uma presença iluminada, um jovem ator que está despontando no cinema – esse ano ganhou prêmio especial no Festival de Veneza por ‘E seus filhos depois deles’ (2024). Um tanto quanto doloroso, conta com uma fotografia azulada que reforça os dramas e a melancolia dos personagens. Gostei muito e recomendo essa que é uma das boas estreias do ano. Lançamento nos cinemas pela Pandora Filmes. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB
Cineasta consagrado com seus dramas íntimos, como ‘Canções de amor’ (2007), ‘A bela Junie’ (2008) e ‘Conquistar, amar e viver intensamente’ (2018), o francês Christophe Honoré realiza mais uma fita marcante e delicada, com grandes interpretações de Juliette Binoche e de um ator revelação, de 20 anos de idade, Paul Kircher – que pelo papel ganhou atuação no Festival de San Sebastián. Eles interpretam respectivamente mãe e filho, destruídos pela morte do patriarca. O jovem, que tem 17 anos, sai do internato com o falecimento repentino do pai e embarca para uma nova vida ao lado do meio-irmão em Paris. Em fase de descobertas, ele se relaciona amorosamente com homens mais velhos, aproxima-se do irmão distante (bom trabalho também de Vincent Lacoste, rosto comum no cinema francês atual) e tenta se reconectar com a mãe. Kircher é a alma viva do filme, uma presença iluminada, um jovem ator que está despontando no cinema – esse ano ganhou prêmio especial no Festival de Veneza por ‘E seus filhos depois deles’ (2024). Um tanto quanto doloroso, conta com uma fotografia azulada que reforça os dramas e a melancolia dos personagens. Gostei muito e recomendo essa que é uma das boas estreias do ano. Lançamento nos cinemas pela Pandora Filmes. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB
Direção: Christophe Honoré. Com: Paul Kircher, Juliette Binoche, Erwan Kepoa Falè, Vincent Lacoste.
Foi longa a espera para ver esse filme! O longa de 2022 não chegava nunca aqui pra gente. Esperei pra ver nas telonas, e valeu a pena!!!
"Inverno em Paris " é cortantemente lindo, melancólico e sensual. Assim são os filmes desse diretor que amo tanto.
Christophe Honoré fez um dos meus filmes favoritos: "Canções de Amor", e desde então fico ansioso por um novo filme do diretor.
O longa fala sobre perdas, dúvidas e descobertas. Lucas perde o pai num acidente de carro. Foi mesmo um acidente? Lucas tem 17 anos, surgem dilemas demais para sua cabeça.
Ele vai pra Paris viver um tempo com seu irmão mais velho. Surgem novas descobertas e novos dilemas. A dor permanece.
Honoré fala disso tudo com tanta propriedade que chega dentro da gente.
O filme é belíssimo. E de quebra tem Juliette Binoche em estado de graça fazendo a mãe.
Um bom drama francês com direito a tudo, enredo interessante e intenso; bom elenco, boas atuações e boa fotografia. Só achei muito longo.
Ótimo filme que retrata o luto e as dores causadas por ele.
Cineasta consagrado com seus dramas íntimos, como ‘Canções de amor’ (2007), ‘A bela Junie’ (2008) e ‘Conquistar, amar e viver intensamente’ (2018), o francês Christophe Honoré realiza mais uma fita marcante e delicada, com grandes interpretações de Juliette Binoche e de um ator revelação, de 20 anos de idade, Paul Kircher – que pelo papel ganhou atuação no Festival de San Sebastián. Eles interpretam respectivamente mãe e filho, destruídos pela morte do patriarca. O jovem, que tem 17 anos, sai do internato com o falecimento repentino do pai e embarca para uma nova vida ao lado do meio-irmão em Paris. Em fase de descobertas, ele se relaciona amorosamente com homens mais velhos, aproxima-se do irmão distante (bom trabalho também de Vincent Lacoste, rosto comum no cinema francês atual) e tenta se reconectar com a mãe. Kircher é a alma viva do filme, uma presença iluminada, um jovem ator que está despontando no cinema – esse ano ganhou prêmio especial no Festival de Veneza por ‘E seus filhos depois deles’ (2024). Um tanto quanto doloroso, conta com uma fotografia azulada que reforça os dramas e a melancolia dos personagens. Gostei muito e recomendo essa que é uma das boas estreias do ano. Lançamento nos cinemas pela Pandora Filmes. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB
Inverno em Paris (2022)
Cineasta consagrado com seus dramas íntimos, como ‘Canções de amor’ (2007), ‘A bela Junie’ (2008) e ‘Conquistar, amar e viver intensamente’ (2018), o francês Christophe Honoré realiza mais uma fita marcante e delicada, com grandes interpretações de Juliette Binoche e de um ator revelação, de 20 anos de idade, Paul Kircher – que pelo papel ganhou atuação no Festival de San Sebastián. Eles interpretam respectivamente mãe e filho, destruídos pela morte do patriarca. O jovem, que tem 17 anos, sai do internato com o falecimento repentino do pai e embarca para uma nova vida ao lado do meio-irmão em Paris. Em fase de descobertas, ele se relaciona amorosamente com homens mais velhos, aproxima-se do irmão distante (bom trabalho também de Vincent Lacoste, rosto comum no cinema francês atual) e tenta se reconectar com a mãe. Kircher é a alma viva do filme, uma presença iluminada, um jovem ator que está despontando no cinema – esse ano ganhou prêmio especial no Festival de Veneza por ‘E seus filhos depois deles’ (2024). Um tanto quanto doloroso, conta com uma fotografia azulada que reforça os dramas e a melancolia dos personagens. Gostei muito e recomendo essa que é uma das boas estreias do ano. Lançamento nos cinemas pela Pandora Filmes.
POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB
"Por que não morri naquela manhã?"
Inverno em Paris (Le Lycéen. França, 2022)
Direção: Christophe Honoré.
Com: Paul Kircher, Juliette Binoche, Erwan Kepoa Falè, Vincent Lacoste.
Foi longa a espera para ver esse filme! O longa de 2022 não chegava nunca aqui pra gente. Esperei pra ver nas telonas, e valeu a pena!!!
"Inverno em Paris " é cortantemente lindo, melancólico e sensual. Assim são os filmes desse diretor que amo tanto.
Christophe Honoré fez um dos meus filmes favoritos: "Canções de Amor", e desde então fico ansioso por um novo filme do diretor.
O longa fala sobre perdas, dúvidas e descobertas. Lucas perde o pai num acidente de carro. Foi mesmo um acidente? Lucas tem 17 anos, surgem dilemas demais para sua cabeça.
Ele vai pra Paris viver um tempo com seu irmão mais velho. Surgem novas descobertas e novos dilemas. A dor permanece.
Honoré fala disso tudo com tanta propriedade que chega dentro da gente.
O filme é belíssimo. E de quebra tem Juliette Binoche em estado de graça fazendo a mãe.
Simplesmente imperdível.