Dirigido por
Duração
Bia (Thaila Ayala) e Rodrigo (Renato Góes) são um casal que decide convidar uma amiga para passar alguns dias na casa deles durante a pandemia. Ana (Bárbara Reis), que vinha tendo alguns problemas para enfrentar o período de isolamento social, aceita o convite, mas tudo começa a sair de controle quando o nome dela surge inexplicavelmente nos noticiários: Ao abrir o jornal, Rodrigo avisa que a colega apareceu em uma lista de mortos por Covid-19.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
- pra esse roteiro fazer sentido o protagonista tinha que ter sido o cara o tempo inteiro, mas na maior parte do tempo é a mulher, o que não condiz com a reviravolta da trama
- essa atuação mega exagerada da ayala ficou péssima
gente, é tudo alucinação da cabeça dele. eles combinaram o aborto, ela fez numa clinica clandestina, morreu, ele não superou e tentou se matar. em coma ele delira sobre tudo isso.
eu só não consegui entender a última frase do filme: o médico acha que a bia é a esposa dele? ela fica quieta porque, no caso, era a amante?
Genteee, que bagunça! As coisas tem que ser pegas no ar. KKKKKKK
Narrativa moldura para justificar um roteiro ruim? parece até cinema universitário feito sem recurso
Antes de adentrar a sessão, li várias críticas negativas sobre este filme. Porém, achei a sinopse tão interessante e o ponto de partida tão curioso (dentro da lógica do terror brasileiro), que insisti em ser afetado pela trama, pela angústia dos personagens. E quase gostei (sobretudo na primeira metade): as questões referentes ao passado e/ou à misteriosa procedência letal de Ana são válidas, bem como o desamparo progressivo do marido que não consegue fazer sexo com a esposa (obrigado, diretor e ator pela cena de masturbação!), mas a interpretação de Thaila Ayala é muito exagerada em sua contínua paranóia. Por causa disso, a gradativa psicose da personagem de Bárbara Reis e o alheamento um tanto estulto do personagem de Renato Góis são contaminados pela exacerbação caricatural. Mesmo quando o enredo passa a emular algo que vimos em OS OUTROS (deveras aplaudível enquanto proposta), as atuações histriônicas e a montagem equivocada (porque sub-manipuladora) estragam o fascínio que o espectador que passou por situações semelhantes durante a quarentena mantinha em relação à abordagem tramática. Ao final, um anticlímax mal-explicado e pouco convincente. Mas não consegui desgostar. Minha mãe, sim! (WPC>)