Transposição da peça teatral de Maxwell Anderson que traz Ingrid Bergman no papel da mártir francesa. Em pleno século 15, a jovem Joana D'Arc é a camponesa de 19 anos de idade que torna-se guerreira para defender o reino da França do ataque inglês.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Mantém um bom ritmo e mesmo com mais de duas horas de exibição o filme consegue ser atraente.A produção é bem arrojada e a direção de arte é uma das melhores da época.Ingrid muito empenhada vivendo a personagem principal.O problema maior fica num roteiro meio bagunçado que não explora grandes fatos da história ou distorce algumas situações.
>Assistido em 10 de Janeiro de 2026
Tirando o fato de que foi difícil ver a Ingrid Bergman com a voz da Chiquinha na versão dublada, achei bem feito.
A cena de sua última visão com o close em seu rosto foi linda... bem, ela já é linda de qualquer jeito
Foi exibido em 28/11/1990 no extinto Classe A (TV Globo). Ingrid Bergman entrega uma ótima atuação neste antológico drama biográfico "Joana D'Arc", dirigido por Victor Fleming. De longa duração, o filme alternadamente, apresenta consistência na história e oscilação por conta do roteiro que se arrasta, mas sem comprometer a qualidade da produção.
Indicado nas categorias de melhor atriz (Ingrid Bergman), melhor ator coadjuvante (José Ferrer), melhor edição, melhor direção de arte e melhor trilha sonora de filme dramático ou comédia, venceu o Oscar nas categorias de melhor figurino colorido e melhor fotografia colorida. O produtor Walter Wanger recebeu um Oscar honorário. O roteiro, de Maxwell Anderson e Andrew Solt, é baseado na peça Joan of Lorraine, do próprio Anderson. O elenco de apoio é competente e vigoroso. Este clássico se encontra disponível no Youtube.
No auge da carreira em Hollywood, Ingrid Bergman, 33, interpreta um dos grandes ícones da História francesa. Joan of Arc tinha quase a metade da idade da atriz, e essa foi uma das grandes críticas à produção na época do lançamento. Contudo, devo dizer que me envolvi e acreditei completamente na atuação da protagonista (mas sou suspeito).
Assisti à reedição de 145 minutos, carregada de bons diálogos, mas que não emocionam ou impressionam. Acho uma pena que o diretor não se apoiou mais em simbolismos, especialmente quando consideramos a história contada. Gostaria de ver uma versão da construção do mito que se tornou Joan of Arc, explorando mais a religiosidade e o background da jovem, mas a cruzada romântica da protagonista também é satisfatória.
Quanto às interpretações, todos são competentes, mas ninguém tem muito espaço para se destacar, além de Bergman e do coadjuvante Jose Ferrer. Acredito que isso se deve mais pelo caráter de biografia do que por falhas na condução dos atores. Na verdade, Fleming faz um trabalho incrível, principalmente no primeiro ato, de estabelecer o tom e a ambientação da história.
Li que essa versão tem diferenças significativas com exibições anteriores, prefiro essa narrativa cronológica ao voice over das outras edições.