Dirigido por
Duração
Lucimar é uma jovem mística que trabalha num dos escritórios do edifício Joelma, em São Paulo. No mesmo prédio trabalha seu irmão Alfredo. Os dois são filhos de Lucinda, uma viúva que veio para a capital na tentativa de dias melhores. No dia 1º de fevereiro de 1974, irrompe o grande incêndio que ceifou centenas de vidas, inclusive a de Lucimar. Ela, na hora da tragédia, procura manter a calma e ajudar as outras pessoas a escaparem da tragédia. Pessoas aflitas lançam-se do edifício em chamas. Todos os recursos são mobilizados e, horas depois, o incêndio é dominado.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
www. leiaeassista. com. br
Assisti ao filme Joelma: 23º Andar por acaso no YouTube. Eu não fazia ideia de que essa produção existia. Meu interesse surgiu a partir da curiosidade sobre o Edifício Joelma (atualmente rebatizado como Edifício Praça da Bandeira), principalmente por ter sido palco de uma das maiores tragédias do país: um incêndio de proporções devastadoras ocorrido em 1º de fevereiro de 1974.
Fiquei sabendo também que se trata de um filme baseado na obra literária "Somos Seis", que é uma compilação de cartas psicografadas pelo médium Chico Xavier.
Ao assistir ao filme do diretor Clery Cunha, confesso que a presença de uma jovem atriz, com idade entre 15 e 18 anos, no elenco chamou minha atenção. Refiro-me a Beth Goulart. Ela interpreta sua personagem, Lucimar, com muito carisma. É o perfil de uma jovem inocente, dedicada ao seu desenvolvimento profissional. A atriz se destaca entre os demais integrantes do elenco.
O longa-metragem mescla encenações artísticas com imagens reais do dia trágico em que um curto-circuito em um aparelho de ar-condicionado vitimou 187 pessoas e deixou mais de 300 feridos. Algumas dessas imagens são impactantes demais, um recurso desnecessário e exagerado.
No meio da história de Lucimar, há um romance que não leva a lugar algum. A falta de desenvolvimento impede que o possível encontro tenha um desfecho positivo ou negativo. Não há o típico brilho nos olhos de ninguém nem ação por parte de qualquer um dos envolvidos.
A tragédia do Edifício Joelma serve de pano de fundo para uma adaptação cinematográfica que destaca o pioneirismo da temática espírita em um caso mundialmente conhecido.
Puro Prosetilismo religioso, e ainda colocam cenas Reais da tragédia, lamentável.
Tem um bom andamento,enrola no início com algumas situações aleatórias,principalmente em tentar criar um romance sem nenhum clima.Do segundo ato em diante o filme funciona e algumas cenas até choca mais que o normal.
>Assistido em 09 de Janeiro de 2026
O filme retrata mais o lado dramático do espiritismo (e faz isso bem, diga-se de passagem), do que a tragédia em si e como ela abalou o Brasil na época. A história poderia render algo bem mais marcante e assustador, mas no geral o filme me prendeu do início ao fim. A produção é bem limitada, acredito que pelo orçamento, e as cenas reais inseridas na filmagem são de extremo mau gosto, além de não ornar com a obra. Beth Goulart merece destaque com sua atuação. Acho que deveriam fazer um filme atual sobre o Joelma de forma mais respeitosa e eficaz.
Sério que meteram imagens reais das pessoas se jogando do prédio? E aquele cara estourado no chão era real? Parabéns aos envolvidos pela falta total de noção.
Sobre a parte espírita do filme, é bem incoerente começar a assistir um filme baseado em um livro de Chico Xavier (Somos Seis), com letras garrafais sobre a obra e reclamar disso depois. Faça-me o favor.
No mais, uma produção muito boa para a época.