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Data de lançamento
20 Março 2014Duração
Mina (Priscila Fantin) está presa por fraudar a Previdência Social e além de se defender das outras detentas precisa escapar da vigilância do diretor da penitenciária (Tuca Andrada). O crime envolveu um senador (Antonio Calloni), que tenta de todas as formas impedir que sua participação venha à tona.
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Nesse jogo de xadrez, nem quem ganhar nem quem perder vai ganhar ou perder, vai todo mundo perder.
Não consegui entrar na estória direito
Achei cansativo
03.08.2025
O filme "Jogo de Xadrez" oferece uma janela perturbadora para a nossa realidade, onde a corrupção e o sistema penitenciário se entrelaçam em uma dança macabra de poder e injustiça. A trajetória de Mina, condenada por fraudar a Previdência Social, revela um retrato sombrio das relações de poder e opressão que permeiam a sociedade. O diretor da penitenciária e o senador envolvido no crime simbolizam figuras de autoridade corruptas que se utilizam de seus cargos para manter o controle e esconder suas falhas.
A narrativa, embora acelerada, suscita reflexões profundas sobre a condição humana e a complexidade moral. O desfecho, onde o bem não triunfa, espelha a realidade nua e crua, lembrando-nos de que a vida nem sempre se desenrola de maneira justa. Esse pessimismo narrativo desafia o espectador a confrontar a dura verdade da corrupção sistêmica e a fragilidade das instituições que deveriam proteger os cidadãos.
Apesar das críticas quanto ao desenvolvimento dos personagens e à execução técnica, a ambientação opressiva e a trilha sonora conseguem criar uma atmosfera tensa e envolvente. O filme, com suas falhas e méritos, provoca uma reflexão necessária sobre a nossa sociedade e a inevitabilidade das injustiças que persistem.
A arte, mesmo quando imperfeita, cumpre seu papel de espelho crítico, instigando o público a questionar e a buscar mudanças. "Jogo de Xadrez" pode não ser uma obra-prima, mas deixa sua marca ao explorar temas tão pertinentes e urgentes.
É um filme completamente inesperado, daqueles que você realmente nunca ouve ninguém falar e nunca sabe da existência. Eu gostei porque é uma história bem amarrada, que particularmente...
...me deixou meio pra baixo o fato do bem perder no final. Foi narrativamente muito bom, porém é inevitável o sentimento de que "a vida é isso mesmo e pronto" e acabou.
Mas é um filme bem realista, um suspense bem adulto, contemporâneo, pesado, Priscila Fantin sumida.
"Homem não visita mulher em cadeia."