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Data de lançamento
19 Julho 2002Duração
Em 1961, Alexi Vostrikov (Harrison Ford) precisa comandar a equipe do submarino K-19 em uma delicada operação nuclear, causada pelo fato do sistema de refrigeração do próprio K-19 ter deixado de funcionar repentinamente. Sem condições de se comunicar com outras embarcações russas, já que o rádio deixara de funcionar, Vostrikov e o capitão Mikhail Polenin (Liam Neeson) precisam deixar suas diferenças de lado para salvar a tripulação do submarino e, ao mesmo tempo, evitar que um desastre nuclear aconteça e possa causar a 3ª Guerra Mundial.
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K-19: The Widowmaker. Como são o comum as produções em filmes históricos Hollywoodianas, bem cuidadas sim, todavia, não basta contar uma historia, aquela que seja ao menos verdadeira e fiel em 80%, no entanto, tem de ser naqueles mesmos moldes, ou seja, inundados de viés ideológicos de sempre e sempre... O que aqui, (ao conhecedor dos fatos) extingue até uma possível e interessante narrativa. E assim são as coisas Hollywoodianas!...
Filmão, com duas lendas do cinema. O fato de ser baseado em fatos reais já me ganha bastante. A atuação dos camaradas foi excelente, conseguiram transmitir toda a clautrofobia e angustia do momento. Eu assisti esse filme pela primeira vez quando era muito jovem, com meus 10 a 12 anos de idade, sendo meu primeiro filme de submarino. Por consequência, esse é um dos meus gêneros de filme preferido. Filme da minha coleção pessoal. #revisitando
06.03.2004
O filme é inspirado na história real do submarino russo K-19 que em 1961 sofreu uma perda completa da refrigeração de um de seus dois reatores. Para impedir que o reator entrasse em colapso o capitão ordenou que os membros da equipe de engenharia encontrassem uma solução. Sacrificando suas próprias vidas, a equipe de engenharia improvisou um sistema de refrigeração secundário que impediu o desastre mas que custou a vida de 22 membros da tripulação.
Por ser baseado em fatos reais o filme já ganha uma dramaticidade extra ao mostrar ameaças de motim e decisões de vida ou morte sendo tomadas dentro do ambiente confinado de um submarino praticamente sem comunicações. Os conflitos entre a tripulação são bem construídos e na medida do possível os protagonistas mostram atitudes tecnicamente plausíveis para uma situação do tipo.
Também é gratificante ver dois astros como Harrison Ford e Liam Neeson contracenando em um filme. Mesmo que não seja um filme típico de ação os dois se saem no drama. Harrison Ford chegou a dizer que o papel de Alexei Vostrikov foi um dos que ele mais se orgulhou de interpretar na carreira.
Mesmo se estendendo um pouco além da conta na duração e tendo menos ação do que esperado o filme é um drama de guerra interessante, principalmente por fugir do previsível e oferecer um ponto de vista russo num filme feito por Hollywood.
Curiosidade: O apelido "The Widowmaker" (criador de viúvas) no título do filme é fictício, mas pelos vários acidentes envolvendo defeitos em seus reatores ao longo dos anos o submarino russo ganhou o apelido sinistro de "Hiroshima".
Filme baseado em fatos reais dirigido pela competente Kathryn Bigelow, uma falha no reator do submarino faz com que a tripulação tenha que tentar consertar ou pedir ajuda aos americanos, isso no auge da guerra fria, ''entregariam'' um submarino nuclear ao inimigo ou desencadeariam uma guerra devido a explosão que a fissura no reator causaria, uma díficil decisão para o Capitão Alexei, alguns podem achar que ele foi babaca, mas nem sua tripulção acha isso, nem o outro Capitão com quem tinha diferenças e não aprovou a tentativa de Motim, é um bom filme de guerra se vc ignorar que Harrison Ford, Liam Neeson e Peter Sarsgard estão interpretando russos.